#day101

Sobre ontem, o #day100, ainda irei escrever. Não sobre o dia em si porque esse é de quem o viveu. Mas sobre a meta proposta de 100 dias felizes. O que me levou a aceitar o desafio {porque foi assim que o encarei, porque só assim o poderia encarar naquele momento}, o que me motivou a não desistir quando é tão mais fácil acomodarmo-nos ao que é o momento. E quero também falar sobre o que ganhei com esses 100 dias. E nesses 100 dias.

E se, inicialmente, pensei que 100 dias é tanto tempo porque a meta está tão longe, hoje acho que 100 dias são poucos. Passam demasiado rápido se não pararmos todos os dias para nos apercebermos deles e da importância de cada dia.

Por isso mesmo, vou continuar. Agora com novo lote de 100 dias. Se o primeiro lote me era importante para me reerguer, se o encarei como um processo de recuperação, o segundo lote encaro-o como continuidade. Porque os dias são contínuos e não posso, nem quero, esquecer-me da importância que cada dia tem. Seja bom, menos bom, mau ou menos mau.

Ou apenas estranho como o de hoje porque o meu carro não sabe nadar {e não é um barco!}.
Ou um dia assustado porque a 40 km daqui alguém precisa, tanto, de ajuda e happy thoughts e energias positivas. E eu, impotente, aqui, deste lado, sem saber o que fazer, como fazer, quando não posso sequer lá ir.

Lá está, hoje um dia cinzento, com manchas mais escuras e carregadas. Mas pintalgado de vermelho paixão. Vermelho esse presente. Vermelho esse que me ilumina. Me aconchega. E me diz “não estás sozinha”. E não, não estou. E é tão bom saber isso. E é tão bom sentir isso. E é tão bom viver isso!

Venha daí então o segundo lote de 100 dias felizes, numa contagem contínua, numa continuidade de dias que se quer que contem ♥

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