#day125

Cansada é pouco, muito pouco.
Moída. Dorida. A dever muitas horas à cama.
Com uma vontade doida de dormir até ao próximo fim de semana. O último do ano, o primeiro de muitos a ser realmente fim de semana.
Ou então ir refugiar-me em qualquer sítio. Sem horários, sem calendários, sem datas, sem dias. Ir e estar, apenas. Longe de tudo.

Não sendo possível, então que durma na noite mais longa do ano. Na noite mais longa de sempre, dizem. Que durma devagarinho, sem pressas, sem ser a correr, sem horários para nada, esquecendo-me por momentos que o Mundo existe e pedindo apenas que o Mundo me esqueça também por umas horas, por um dia.

De resto, mais um ciclo que se fecha, outro que começa. E com esse novo começo, com esse novo ciclo, que venham coisas boas, que se tomem decisões, que se ganhem novos rumos.

Dia longo, este. Mesmo sendo o mais curto do ano. Que venham daí, a partir de hoje, dias cada vez maiores. Mas a um ritmo de coisas boas. Como hoje.


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