#day225

Paris pode ser a Cidade Luz.
Lisboa, porém, será sempre a Cidade DA Luz. Assim, sem filtros, sem correcções ou ajustes. Lisboa, a minha Lisboa, tal como ela é, tal como só ela sabe ser.

Um bocadinho como tanta gente. Que tem Luz, que é de e da Luz. E que, tal como Lisboa, não tem filtros, correcções ou ajustes. E que é, simplesmente. E tenho tanta sorte em conhecer pessoas assim, em tê-las por perto. A guiarem-me, a inspirarem-me.

Tal como a minha Lisboa.

E também como a minha Lisboa também existem outras luzes, mais escuras. Também há o caos do trânsito, a pressa de ter pressa para não perder tempo que não se tem para perder. Há a confusão das multidões que correm todas no mesmo sentido. Ou até aquelas que não correm em sentido nenhum por já terem perdido o norte, o rumo.

Não quero o caos, a confusão, a falta de rumo. Quero a Luz. A de Lisboa e a outra.

E depois há aquele “gut feeling” que já não falta muito para o telefone voltar a tocar. E, quando tocar, sei que não será Luz do outro lado. E custa-me que assim seja, mesmo não podendo fazer nada para o alterar.

Assim é Lisboa. A Cidade DA Luz. A Luz certa. Sem filtros, sem correcções, sem ajustes. Simplesmente é.1620353_10152924870188800_8954238088765792377_n

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