#day253

De que serve a entrega quando se falam línguas diferentes? Tão diferentes. Tão distintas.
De coisas tão simples fazem-se coisas tão complexas. Sem necessidade.
Porquê? Defesa? Distorção da realidade? Ou um ego incomensuravelmente grande?

Desisti de tentar perceber o porquê. Desisti de tentar falar a mesma língua. Insisto, isso sim, em manter {e encarar} a realidade como ela é. Não como me convém.

Estabilidade, preciso. Calma. Paz.
Para poder ver todas as cores como elas são, com todos os tons que lhes pertencem. Mesmo em dias mais escuros.

Não, hoje não foi um desses dias escuros. Até pelo contrário. Teve cor como têm tido todos os dias das últimas semanas.
Teve, sim, a confirmação {mais uma vez} de que não é na escuridão o meu lugar. Já lá estive. E percebi que é na luz que quero estar. Para poder ver a cor.

E, também por isso, desisto de tentar iluminar quem está demasiado acomodado à escuridão.

Sim, cada vez mais tenho a certeza de saber o que quero. E, mais importante, o que decididamente não quero.1549392_10152991361893800_3465388785033622649_n

{comentários}

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.