#day306 {que na verdade é #day307}

Domingo de ressaca depois daquele que foi, de certeza, o dia de feira mais longo de sempre. Em 9 anos e meio de vida de casa às costas, não me lembro de alguma vez ter começado a feira às 9h da manhã para terminar à 1h30 da madrugada…

Domingo preguiçoso para recuperar forças, repôr sonos em déficit, atenuar dores de costas (passear 20 kilos de cimento fazem tão bem às costas…só que não!).

Domingo lento mas sem paciência para trânsito lento conjugado com calor. Atravessar o rio no ferry que é para isso que {ainda} existe embora queiram acabar com ele.
Lisboa com aquela luz que é característica é linda seja qual for a porta ou forma de entrada.

Domingo de Solstício que não consegui saborear. Mas deliciei-me com a recepção do micro e do mini. E as maluquices próprias dos 5 anos de um Mini feliz. E as meiguices dos 2 anos de um Micro que não larga a tia de maneira nenhuma, para nada e que a vai buscar de mão dada esteja ela onde estiver para a levar para onde quiser. E ela, que sou eu, vai. E o Mini que diz do Micro “oh tia, já viste bem?! O mano nunca te larga! Para nada! Está sempre agarrado a ti!” e rimo-nos os 3.

Domingo que já vai longo, no telhado há pouco com uma Lua Crescente linda que já se pôs.

Domingo que soube a pouco nas horas. Que soube a tanto no resto.

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