#day337

A minha sorte: gostar do que faço e fazer o que gosto. Concentro-me, portanto, no que me faz bem.

O que não me faz bem nem traz nada de bom: que vá para não voltar. Já chegou o que chegou. Foi o que tinha que ser quando teve que ser. Mas o tempo já passou. E, percebo agora, algum desse tempo foi perdido. Desperdiçado por quem não mereceu um segundo que lhe foi dado.

Agora? Sorriso no rosto. E no olhar também. Porque fecho uma porta para, decididamente, não voltar a abrir. E abro outra, nova e tão mais colorida: a do meu tempo. Que não tenho tempo para perder tempo.

No fundo, estou bem. E estou feliz.

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