#day413

{que afinal é #day414}

Às vezes assim: pés na terra e cabeça prestes a voar.
Para longe, sempre. Seja para ontem, para o ano passado, para mais longe no tempo. Sejam memórias que se revisitam à distância, sejam histórias que se repetem ou, até, que nunca foram mais do que desejos. Fantasias? Talvez.

Às vezes assim: pés na terra e cabeça prestes a voar. Sem olhar para a frente quando é para a frente que devia olhar. Não para trás.

Por isso, deixa-me ser. Assim. Deixa-me estar. Aqui. Que não é aí. Nem lá. Nunca foi.

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