#day483

Voar. No tempo que é Tempo. Que é meu.
Nas nuvens, brancas de algodão, ou de cor, cores, Cor.

Vôo. Enquanto é Tempo. Enquanto há Tempo. E mesmo depois desse Tempo.

Estrelas que são pontos de luz, que são luzes de presença, que são pozinhos de perlimpimpim.

Lua que muda de cor, na fusão de cores. Vôo até ela, à Lua. E fico por lá. E com ela, nela, mudo de cor também. E permito-me ficar. Porque sim. Porque é lá o meu lugar. O lugar certo. No tempo que é Tempo. No Tempo que é meu.

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