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Olhar para dentro. Por fora. Leva tempo. 

Como qualquer caminho, qualquer que seja o tamanho de quem o segue. Leva tempo. Mas é sempre mais rápido, ou parece sê-lo, e mais fácil quando alguém caminha ao nosso lado, do nosso lado e nos pega pela mão quando o caminho se torna mais árduo. 
Olhar para dentro. E perguntar-me: como é que eu consegui perder-me ao ponto de não saber, já, quem sou…? 

Com os olhares de fora talvez me reencontre. Será mais fácil com os olhares de fora. Mas, por agora, preciso olhar para dentro. Talvez me encontre por lá. 

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