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Para poder olhar em frente por vezes tenho que olhar para trás. Para trás de mim, para trás de tudo. 

Porque é lá atrás que está a resposta ao agora. E enquanto não conseguir olhar nos olhos do que está lá atrás, lá tão atrás, não conseguirei olhar apenas em frente. 

Está lá atrás. Muito, muito mais atrás do que os últimos 3 anos. Um dia aceito e resolvo. Um dia aceito-me. E resolvo-me. 

Não hoje. 

Não agora. 

Não ainda. 

Não já. 

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