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“Vai com calma…”, dizem-me. Vou, respondo. Ou talvez não vá porque sou mesmo assim e por ser assim não sei ir de outra forma.

Mas vou. Quando prometi a mim mesma não ir por ali. Vou. Quando decidi seguir os conselhos dele mesmo que algo indirectos.

Vou. À descoberta. Acima de tudo de mim mesma. Mas, pelo menos, vou. Um dia atrás do outro atrás do um.

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