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As mãos que não sabem estar quietas e qualquer pedaço de papel serve para rabiscar. E é bom perceber que rabiscam apenas por não saberem estar quietas em vez de se ocuparem para ocupar a cabeça.

Que continuem assim, irrequietas e não inquietas. Um dia atrás do outro atrás do um. Sem pressa. Mas com um sorrisinho ao canto da boca.

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