Monthly Archives: February 2018

{#39.327}

Às vezes apetece-me escrever coisas bonitas. Mas nem sempre o dia colabora e o frio, esse, nunca ajuda. Como hoje.

Falta muito para estar um bocadinho menos frio?

{#38.328}

Das pequenas coisas: 18h e ainda não é de noite. E a vontade de escrever coisas mais animadas. Porque, ao contrário de há 6 meses, é esse o espírito: animado. Mas acho que só sei escrever quando me dói.

{#37.329}

Mimos na caixa de correio. Arrancam-me sempre sorrisos.

Falta muito para a Primavera…? Começo a perceber como se sentem as flores no Inverno e a necessidade que os animais têm em hibernar.

{#36.330}

“A vida corre sem rédeas, deixa-te surpreender…”

E eu que sim, que deixo. A medo, sempre a medo, mas aos poucos a deixar que a vida vá correndo solta e que me surpreenda como já o tem feito. E faz todos os dias um pouco mais. Mas sim, vou permitir-me ser surpreendida.

Porque olhar em frente é também uma forma de me surpreender. Que a vida corra, então.

E sim, “eu também”…

{#35.331}

Tenho vontade de te perguntar: caminhas comigo? A meu lado, do meu lado. Prometo fazer o melhor que sei, ser o melhor que sou. Não sou tão difícil como posso parecer. Não exijo nada, mas sei o que mereço e o que já não é para mim.

Tenho vontade de te perguntar. Tanta coisa que no fundo é tão pouca. Não exijo nada, e se peço é tão pouco.

Caminhas comigo? Em frente, sempre, um dia atrás do outro atrás do um. O que for, será. O que tiver que ser, seja.

Caminhas comigo? Eu caminho contigo se os caminhos forem os mesmos.

Caminha comigo. Vai valer a pena o caminho.

{#34.332}

Acho que assusto. Especialmente quem vem de novo. Mas, apesar de parecer complexa e de trazer comigo alguma bagagem, sou tão mais simples do que posso parecer. E bagagem todos trazemos.

Sim, talvez assuste, especialmente pelo que escrevo e pelo que revelo. Mas é tudo tão simples……

{#32.334}

Andar na corda bamba. Sou especialista nisso.

Mas algum dia terei que ajustar a tensão da corda porque é importante regular o equilíbrio. E é do desequilíbrio que estou cansada.

Andar na corda, sim. Mas não bamba ao ponto de cair novamente.