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Sair de casa ao fim de semana nem sempre é o que mais me apetece embora saiba que me é preciso fazê-lo. Ver gente, estar com pessoas, no fundo conviver. Alargar e reforçar a minha rede.

Mesmo que na maior parte das vezes sair não faça parte dos meus planos, há alturas em que apetece muito. Como hoje.

Apeteceu-me recordar jogos e aventuras de outros tempos, dos tempos de farda e lenço ao pescoço. E o dia era hoje perfeito…não tivesse sido a chuva.

Se podia, ainda assim, ter ido? Podia. E ainda a esta hora me pergunto porque é que não fui capaz de ir. O convite estava feito. O café podia nem acontecer, era o mais certo, mas tudo o resto estava lá.

Culpo a chuva, o frio, a distância e a dependência dos transportes públicos. O dia que acordou com Sol e calor e que se pôs negro e molhado na hora de sair para terminar numa noite de céu limpo e uma lua quase cheia.

Queria muito ter estado lá. Por tudo o que digo e pelo que vou guardando para mim. Queria muito ter ido. Honrar aquele que matou o dragão, reviver jogos de equipa, ver sorrisos que me fazem sorrir.

Fiquei em casa. Impaciente. Inquieta. E chateada comigo mesma.

Fica para uma próxima oportunidade. Fica prometido que para a próxima vou ser melhor porque vou ser capaz de ir.

Até lá fico a remoer por não ter tido um sábado diferente dos outros e não ter visto ninguém…

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