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“Gosto muito mais dos bons”. Falava-se de momentos. Dos meus que nos últimos dias têm sido menos bons.

E foi o suficiente para regressar aos momentos menos maus. Porque também eu gosto mais dos bons. E, felizmente, já consigo sair dos menos bons mais depressa e por mais tempo.

Que durem esses momentos. Os bons. Ou até mesmo os menos maus. Porque prefiro sorrisos ao canto da boca e borboletas na barriga do que o peso da revolta e o nó na garganta.

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