Monthly Archives: February 2020

{#47.320.2020}

Domingo com sabor a domingo, novamente. E, novamente, a vontade de transformar os meus domingos em algo mais.

{#46.321.2020}

Pequenas coisas, quando se juntam e se repetem, podem fazer uma grande?

Começar o dia com pequenos nadas quando não é habitual. Sabe tão bem.

E ainda aquele gut feeling, que raras vezes errou.

É tudo uma questão de Tempo. E eu vou dar tempo ao Tempo.

De resto, e por muito que me perguntem como estou, só posso dizer que estou bem.

{#45.322.2020}

Mais um dia que termina em tons de cor de rosa. Mais um dia que repito para mim que vai correr tudo bem.

Mais um dia.

E o que trago comigo vai sendo mais meu a cada novo dia porque não é partilhado. É meu. Em crescendo.

Mais um dia.

Amanhã logo se vê. Por hoje fica o cor de rosa do final de mais um dia igual aos outros.

{#44.323.2020}

Estou cansada de problemas que não consigo resolver e que só me fazem perder tempo, aquele Tempo que eu não tenho tempo para perder.

Só me resta acreditar que vai correr tudo bem. Não sei como, mas vai.

{#43.324.2020}

Às vezes parece que tudo se alinha para correr mal. Quando assim é só me resta acreditar que vai correr tudo bem.

Gerir as expectativas é sempre importante e nem sempre sei fazê-lo sem ajuda. Mas também há momentos em que essas expectativas são simples de gerir, como as de hoje.

Devia ser tudo assim tão simples. De resto, o que estiver para vir vai correr bem. Porque não pode ser de outra forma.

{#42.325.2020}

Finais de dia em tons de cor de rosa relembram-me que vai correr tudo bem. Como sempre, um dia atrás do outro atrás do um.

Vai correr tudo bem. Mesmo que me queime pelo caminho. O que importa é o aqui e agora. Amanhã? Logo se vê.

{#41.326.2020}

Para escrever bem é preciso estar mal. Diz o terapeuta fofinho que isso é alma de artista. Não sei se é, mas percebo o que ele quer dizer com isso. E percebo também que muitas vezes me apetece escrever mas não sai nada.

Tenho saudades de escrever como fazia. Momentos de escrita em que transbordava tudo o que trazia cá dentro, fosse no éter ou em papel. Mas, felizmente, estou num momento em que não tenho nada a sufocar-me e que precise de vomitar.

Mas tenho saudades de escrever como noutros tempos.

Por hoje fico por aqui, por não ter nada de novo para dizer.

E fica também a saudade das palavras que me saíam tão naturalmente.

{#40.327.2020}

Sem muita vontade de escrever por não ter muito para dizer.

Mas, apesar dessa falta de vontade, ou de uma vontade de silêncio, estou bem. Estou tranquila e serena. E é-me importante distinguir os meus silêncios. Até porque, diz-me a experiência, se não estivesse bem escreveria tudo o que carregasse cá dentro.

Simplesmente não tenho nada para dizer, depois de mais um domingo que foi apenas isso: mais um domingo.

{#38.329.2020}

It is what it is. E está tudo bem.

Mas o gut feeling………

É tempo de dar tempo ao Tempo. E eu não tenho tempo para perder Tempo. Mas invisto no Tempo que há-de ser.

Porque vai ser Tempo.

{#37.330.2020}

Perguntam-me como estou e eu só posso dizer que estou bem, que estou tranquila. Porque é verdade.

Mas dentro da minha cabeça anda um turbilhão de perguntas. Na verdade é só uma pergunta. Que não fiz e não faço por já não fazer sentido agora. Mas a pergunta está cá.

Talvez alguém me saiba explicar, me saiba definir o que me incomoda o pensamento neste momento.

It is what it is. E isso basta para me deixar tranquila. Mas depois há essa pergunta que não quer calar aliada a um forte gut feeling e à minha capacidade de overthinking sobre tudo e mais alguma coisa.

Mas mesmo assim estou bem. Mesmo que não perceba um ponto específico, que não é o mais importante mas cuja explicação gostava de conhecer. Estou bem. Porque, diz-me a intuição, o jogo ainda vai mudar. Vai demorar algum tempo. Mas vai mudar.

{#36.331.2020}

“Não tenho tempo para perder Tempo”, tenho repetido nos últimos anos.

E gosto de saber que esta frase é entendida e “divulgada” e que faz sentido a mais alguém.

Mas por vezes até eu me esqueço dela. Não posso. Por outro lado também não me posso esquecer que há tempo que não é perdido quando se ganha alguma coisa, nem que seja, esse ganho, um pouco mais de crescimento.

Há tempo que é investido e que traz algum conforto. Traz alguma paz. E esse tempo nunca é perdido.

E depois há um “gut feeling” que me diz que será o próprio Tempo a dar-me razão.

Estou tranquila. Estou bem. Estou em paz. E isso é o mais importante. Tudo o resto que vier é só mais um ganho no meio desta confusão de Tempos.

Mas não posso mesmo esquecer-me: não tenho tempo para perder Tempo.

{#35.332.2020}

Sair do trabalho e ainda ser de dia é tão bom. E ter a minha Lua a olhar por mim faz-me acreditar que vai correr tudo bem.

Agora é só esperar mais um bocadinho. Já não falta muito.

{#34.333.2020}

Um passo atrás do outro. Um passo de cada vez. Com calma. E com a segurança possível.

Mas nem por isso perco as borboletas na barriga.

E isso é bom.

{#33.334.2020}

Sinto-me mais leve. Mas nem por isso mais segura de mim.

Por outro lado, vejo do outro lado um cuidado e respeito como talvez nunca tenha encontrado. E isso é bom. Sabe bem.

Mas falta ainda esperar para ver. Só mais um bocadinho. Embora, claro, já se preveja o desfecho.

Mas está tudo bem. E isso faz-me bem.

{#32.335.2020}

O passo foi dado. Expus-me como há muito tempo não me expunha. Custou, não foi fácil. Nunca é. Mas foi necessário.

Saiu-me um peso de dentro. E a reacção foi mais suave do que a minha ansiedade e insegurança faziam prever.

Falta agora conversar. E está para breve. Depois? Depois logo se vê.