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Emigrante sem sair de casa. Podia ser interessante se não tivesse que acordar e começar a trabalhar 2 horas mais cedo para enfrentar uma língua estrangeira que, por muito parecida que seja, continua a ser isso mesmo: uma língua estrangeira.

Mas não posso queixar-me. Tenho trabalho, é só isso que interessa agora.

E entretanto sinto falta de pessoas. Mais ou menos próximas, sinto falta da interacção. Seja de que forma for.

O ruído na minha cabeça continua, hoje um pouco mais baixo, mas continua cá. E a ajuda continua a não chegar…

Um dia tudo isto vai passar. Duvido que tudo volte a ser como antes, mas vai passar. Até lá repito o mote de outros tempos: um dia atrás do outro atrás do um.

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