{#160.207.2020}

Em modo “encolhendo os ombros” por mais um dia que passou. Igual a tantos outros. Sem história e sem histórias.

Mais uma segunda feira, mais uma noite mal dormida depois de algumas, poucas, em que o sono não foi interrompido.

Fica difícil fazer história ou ter histórias para contar quando os dias são passados sempre no mesmo sítio e da mesma forma há quase 3 meses.

Mas preciso de fazer história ou ter histórias para que os dias sejam mais fáceis de suportar. Porque serem sempre iguais custa.

Volto a dizer que preciso de ver gente. Ver pessoas. As minhas pessoas. Aqueles que me fazem bem. Que me fazem sorrir. Que me preenchem e me aconchegam. Que me ouvem, que me escutam. Mesmo quando não digo nada. Ou especialmente quando não digo nada.

Quando é que marco um café com alguém? Talvez quando ganhar coragem para enfrentar os transportes públicos…

Há mais de 3 meses que não vou ter a lado nenhum para estar com alguém, para ver alguém. E isso começa a pesar. Porque a última vez que fui, foi bom e não me importava de repetir. Duvido que volte a acontecer, no entanto. Porque o distanciamento leva ao afastamento. E esse último já se faz sentir. E eu não gosto do que faz sentir…

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