Monthly Archives: October 2020

{#299.68.2020}

Horário de Inverno. Domingo de chuva de manhã, Sol à tarde. Toda uma instabilidade à minha volta. E eu a tentar não me deixar levar.

Mais um dia a ver o tempo passar. E hoje sem muita vontade de fazer acontecer. Simplesmente deixar-me estar, quieta e sossegada debaixo das mantas.

Mas obriguei-me a sair. A aproveitar um bocadinho do Sol do final da tarde. Sei que nos próximos tempos vai ser difícil ter vontade de sair de casa depois do trabalho por já ser de noite. Não apetece. Já não apetecia com frio.

O Inverno promete ser longo. E, para mim, já começou e ainda Outubro não terminou.

Vamos ver. Todos os dias digo que amanhã será melhor. Todos os dias acredito que sim. Por isso, vamos ver. Só não posso permitir que a instabilidade se aproxime ou instale. E essa é, sempre, a parte mais difícil.

Mas, já sei, amanhã será melhor. Novamente com muito trabalho. E tudo o resto que vier.

{#298.69.2020}

Pequenas coisas que são pequenos nadas sabem bem. Tudo tão diferente, tudo quase igual. Às vezes a constância é importante. O saber que nada muda.

Por hoje não devo arriscar muito. Amanhã logo se vê.

E a memória de calendário que me diz, novamente, que há 6 anos estava a fazer em Outubro a praia que não fiz no Verão.

Hoje sei que estou no caminho certo. Não sei rumo a quê, sei apenas que é certo. E um gut feeling que não se cala, mesmo que por vezes pareça adormecido. Não se cala e sussurra-me que vai correr tudo bem.

E vai. Porque é bom saber que há coisas que não mudam. Ainda bem que assim é.

{#297.70.2020}

Ainda da memória de calendário. Agora de há 6 anos.

Na véspera, um fabuloso dia de praia. O Verão que não tive acontecia em Outubro.

E daí a poucos, muito poucos dias ia começar uma espécie de pesadelo. Uma aventura no mínimo surreal. Onde aprendi, à força, o que quero. Mas sobretudo o que não quero.

Se tivesse dado ouvidos àquele gut feeling daquele primeiro momento, que me gritava e me dizia para sair dali, certeiro como sempre, não tinha passado pela experiência mais surreal de sempre. Mas não quis ouvir. Ou melhor, ouvi. Mas fiz de conta que não.

Arrependi-me? Não sei. Sei sim que merecia melhor do que aquilo tudo que passei. Ou que me fizeram passar, apenas para se aproveitarem daquele meu estado de carência pura e plena vulnerabilidade.

Foi há 6 anos. Relembro como se tivesse sido ontem. Mas pelo menos hoje olho para trás e posso dizer que não, o problema não era o meu estado miserável daquele fim de Verão e dos meses que se seguiram. O problema era, e foi desde o primeiro momento, do outro lado.

Hoje sei que mereço melhor. Na altura cheguei a acreditar que tinha o que merecia. Hoje sei que não. De todo. Merecia e mereço mais e melhor.

E também por isso hoje dou ouvidos a esse gut feeling que me visita regularmente. Já sei que posso confiar nele.

{#296.71.2020}

Ainda da memória de calendário. Há 3 anos, Domingo. E as mensagens, sempre as mensagens que não paravam de chegar e seguir para o destinatário do momento. E as perguntas. As respostas. A risada que ainda não conhecia mas que se fazia sentir, que se fazia presente.

E um aniversário poucos dias antes. Sim, também me lembro disso.

Era tudo ainda muito recente, neste Domingo. Mas um gut feeling que me dizia que sim, que valia a pena o tempo. Aquele tempo que eu não tenho para perder Tempo. E não estava a perdê-lo. Muito pelo contrário.

E ontem. Ontem arrisquei. E, como previsto, a resposta chegou hoje. Mas veio acompanhada de outras respostas em jeito de quase perguntas. Num ligeiro diálogo mais movimentado do que nos últimos tempos.

Mas ainda tão longe do ritmo daqueles dias de há 3 anos.

É normal. Já não há a ansiedade de conhecer, de querer saber mais sobre. Vai-se sabendo, ainda assim.

A memória de calendário pode ser uma bênção. Mas na maior parte das vezes é uma maldição. Porque é impossível não comparar. E isso por vezes chega quase a doer.

Hoje arrisco novamente. A resposta? Já não deve chegar hoje. Mas não faz mal. Já não faz mal.

{#295.72.2020}

Memória de calendário, sempre. E, claro, lembro-me bem desde dia há 3 anos. Era sábado e estava calor. Comprei umas botas. Fui ao Colombo com uma amiga. Ela fez compras, eu fiz companhia. Fui para casa do meu irmão.

E todo o dia as notificações do telemóvel a darem sinal de nova mensagem.

Respondi a todas, claro. E logo vinha outra mensagem. Sempre sem demora.

Hoje? A vontade de dizer bom dia como todos os dias, a vontade de dizer boa noite como todas as noites. Não tem passado de vontade. Porque de manhã é a correr apesar de trabalhar em casa. E à noite porque não quero impôr a minha presença.

Era tão mais simples no início… E tão mais próximo e quase imediato.

Acabo de ouvir na rádio “Arrisque!”… Hoje vou arriscar. A resposta, se a houver, deverá chegar amanhã. Como sempre. Já não há respostas imediatas como noutros tempos.

E talvez seja por já ter sido dada como garantida. Ou porque numa amizade não haja já essa urgência de responder.

Não sei… Só sei o que trago comigo, o que já foi e o que é agora. Mas aquele gut feeling de vez em quando volta a dar sinais…

{#294.73.2020}

Uma risada. Foi tudo o que foi preciso. E hoje tenho saudades de a ouvir.

Um dia ouvi-la-ei novamente. Porque ela existe na origem. Só falta esse dia chegar novamente.

Sinto falta, também, daquela disponibilidade dos primeiros dias. Mas é sempre assim, não é? No início há sempre uma disponibilidade maior. Até se dar algo por garantido…

{#293.74.2020}

Hoje uma tempestade. Há 3 anos Sol e calor.

Hoje serena. Há 3 anos em descobertas.

Como assim, 3 anos já? Parece que foi ontem. E todos os dias parece novidade.

Não procurava nada, fui sim incentivada a procurar algo novo. Que me iria fazer bem, disseram-me.

E fez. Nunca esperei encontrar o que veio. Mas o que veio, veio na hora certa. E em bom.

É tudo “uma questão de bom gosto”… E ainda hoje sorrio.

{#292.75.2020}

Domingo a ver o tempo passar. Com algum trabalho pelo meio, ou afinar novas ferramentas de trabalho.

Podemos repetir o Domingo para fazê-lo melhor?

Não me apetece a segunda feira…

{#291.76.2020}

Ver o tempo passar. Vontade de fazer acontecer. Infelizmente tenho que optar por ver o tempo passar.

Fico contente por saber que está tudo bem com quem guardo comigo. Fico mesmo.

Mas tenho tanta vontade de fazer acontecer. Não posso fazer muito e isso custa um bocado. Mas o novo normal assim o exige. Por isso fico ainda mais quieta do que antes e limito-me a ver o tempo passar.

Hoje não foi excepção. E o tempo passou por mim quase sem dar por ele. Perdeu-se um dia. Mais um dia. E a vontade de fazer acontecer…

Mas um dia tudo isto vai passar. Sabe-se lá quando, mas um dia. E nessa altura volto a ter vontade de fazer acontecer. E talvez consiga concretizar.

Por agora? Continuo a ver o tempo passar. Assim. Um dia atrás do outro atrás do um.

{#290.77.2020}

7 meses de teletrabalho, hoje. Quando faltam 77 dias para o ano terminar.

Se no início me assustou o isolamento e a falta de interacção, hoje convivo bem com o trabalho a partir de casa.

Continua a fazer-me falta alguma interacção social, mas não necessariamente no contexto do local de trabalho.

Estou bem assim. Mantenho o horário habitual e ganhei novas rotinas. Cumpro os objectivos propostos quando é humanamente possível cumprir. Esta semana, por exemplo, foi difícil cumprir, mas foi um problema sentido por toda a equipa, a ter que largar o computador depois da hora porque o volume de trabalho assim o exigiu.

7 meses a trabalhar em casa. Parece que foi ontem que começou, parece que foi assim desde sempre.

Não há previsões para o regresso ao local de trabalho. E isso já não me assusta por si mesmo. Assusta-me mais o que se passa lá fora e que nos trouxe a este registo de isolamento. Por isso também me sinto confortável com o trabalho a partir de casa. É seguro. E é possível.

De resto, mais um dia cumprido. E sempre a certeza que, em algumas coisas, não sou suficiente.

Agora é aproveitar o fim de semana que já chegou. E tentar, de alguma forma, fazer diferente. Embora tenha a certeza que não vai acontecer. Não vai ser diferente. Vai ser descansar e ver o tempo passar.

Um dia há-de ser diferente. Um dia vai ser possível, novamente, fazer acontecer algo mais do que simplesmente ver o tempo passar. Mas ainda não é seguro. Agora é mais importante ficar quieta e sossegada.

{#289.78.2020}

Um dia que correu um bocadinho melhor é um dia menos mau. Mas continuo com aquela sensação de que não sou suficiente.

E ontem um nada que, de tão pequeno, não passou disso mesmo, um simples nada.

Mas também isso ou isto vai passar um dia. Vai demorar por estar já muito impregnado em mim, mas vai passar. Um dia. Daqui a muito tempo. Mas um dia. Vai passar. Como tudo o que veio antes. Como tudo o que virá depois.

Novamente, amanhã será melhor. Como hoje foi melhor que ontem.

Vai melhorar.

E um dia, não sei quando, serei mais do que suficiente. Só não o sou hoje. Um dia serei.

{#288.79.2020}

Mais um dia a tentar o melhor. E a não ser suficiente. É trabalho, mas podia ser outra coisa qualquer. Às vezes sinto que nunca sou suficiente. Que está sempre alguma coisa em falta. Desta vez é só trabalho. Mas mesmo assim…

E o silêncio. Novamente o silêncio que se traduz em ausência. Já devia estar habituada. Já devia saber. Porque it is what it is. Mas ainda assim o silêncio custa. O silêncio pesa. E também o silêncio me diz que não sou suficiente…

{#286.81.2020}

Nota de alta.

Não é vergonha nenhuma pedir ajuda. Não é vergonha nenhuma receber ajuda. Às vezes é mesmo necessária. E eu durante algum tempo resisti a aceitar que precisava de ajuda a dois tempos. Já tinha um terapeuta que desde o primeiro dia me dizia que só a ajuda dele não seria suficiente. E foi preciso muito tempo ainda até que eu lhe desse razão e aceitasse pedir a ajuda que me faltava.

Hoje olho para trás e vejo as diferenças. O como estava e o como estou. O que era e o que sou. Foi há 3 anos e quase meio que aceitei que precisava de uma ajuda química para recuperar de uma depressão muito feia.

Foram os químicos que me permitiram voltar a conseguir dormir. Foram os químicos que me permitiram acalmar e apaziguar. Foram os químicos que me permitiram voltar a centrar-me e concentrar-me.

Não foram só os químicos que me trouxeram até aqui. Houve muito trabalho conjunto com o terapeuta que nunca desistiu. Mas é dos químicos que me quero ver livre em breve, agora que finalmente tive alta de uma consulta de especialidade que se resumiu sempre a prescrições desses mesmos químicos. Nada mais que isso, descontando a primeira consulta onde fiz a única coisa que conseguia fazer na altura: chorei. E fiz chorar.

Três anos e meio depois já não choro nem faço chorar. Mantenho os químicos reduzidos até ao desmame que se quer breve. Mas é bom ouvir dizer “vou-lhe dar alta”.

Não é vergonha nenhuma assumir que se precisa de ajuda. Não é vergonha nenhuma pedir ajuda. Não é vergonha nenhuma receber ajuda. Porque nem sempre se consegue lutar sozinha, por muito que se ache que se consegue. Não consegue.

Registo o dia de hoje como um dia bom. Tive alta. E isso é o mais importante. Porque sozinha não teria conseguido. Se queria os químicos? Nunca os quis. Se foram precisos? Só com o tempo consegui perceber que sim.

Tive alta. Mas mantenho o terapeuta que não larga a mão. Desse não quero alta tão cedo. Porque ainda há muito que trabalhar com ele, mesmo que não seja já nada tão urgente como era há 4 anos quando o conheci.

De resto, estou contente com o meu caminho. Que foi duro. Mas que me trouxe a um dia bom. Dia da nota de alta.

{#285.82.2020}

Mais um Domingo que termina. Mais uma semana que se vai. Mais um dia, menos um dia. Este ano, apesar de tudo o que trouxe, está a passar rápido.

Amanhã mais uma semana que começa. Mais uma semana de trabalho que vai ser igual às outras dos últimos quase 7 meses.

Seja. Pelo menos tenho dias para contar. Não que tenha motivos para os contabilizar como já tive, mas são dias que são meus. Que me são alguma coisa. E espero ainda ter muitos pela frente.

Assim como espero que as coisas melhorem para poder recomeçar a ter dias diferentes.

Estou cansada disto. Mas não me vejo tão cedo a querer sair do meu perímetro de segurança para uma rotina dita normal.

Estou bem assim, no fundo. Apenas tenho dias em que tudo é igual. Mas não serei a única a sentir assim. Por isso, não estou sozinha.

Por agora, contento-me com breves saídas ao final do dia. É o que é possível. É o que há.

Mais um Domingo que termina. Passou como todos os outros Domingos. Demasiado depressa para lhe dar a devida importância e atenção. Quando a vontade é fazer do Domingo um dia digno de nota, vontade que tenho há muito tempo.

Enfim. Mais uma semana que termina. Mais uma semana que se aproxima.

Amanhã será melhor. Igual. Mas melhor.

{#284.83.2020}

Tirar um dia para não fazer nada, sem sequer sair de casa ao fim do dia como é habitual. Também é preciso. Também faz bem. Se é mau sinal? Talvez. Mas também faz parte. E também faz falta.

Hoje foi esse dia. Não foi totalmente perdido porque foi necessário. E foi bom ter sido assim. Porque dificilmente poderia ter sido diferente.

Amanhã será melhor.

{#283.84.2020}

Não sei porque continuo a escrever todos os dias quando já não digo nada. Já lá vai o tempo em que o que escrevia era sentido. Não que agora não seja, mas antes não era apenas sentido. Era sofrido, dorido, e em muitos casos bastante sofrido e dorido. Era a escrever que exorcisava o que sentia, o que vivia, numa fase muito doída que já passou.

Hoje escrevo muito menos do que antes, apesar de continuar a fazê-lo todos os dias, sem excepção. É uma espécie de ritual. Uma rotina. Fecho sempre o dia a escrever, por muito pouco que diga.

Como hoje. Não digo nada, só digo que antes escrevia de forma muito mais sentida do que hoje. E às vezes sinto falta dessa forma de escrever. Mas depois lembro-me que, se escrevia dessa forma, era por não estar bem. Escrevo melhor quando não estou bem. Há quem lhe chame síndrome de artista, rótulo que entendo mas que não vejo como sendo meu. Porque não sou artista e respeito quem o seja, mas não tenho pretensões a isso.

Mas tenho saudades de jogar com as palavras. De dizer tudo quando parecia não dizer nada. Ou não dizer nada dizendo tudo.

Na verdade tenho saudades de sentir intensamente. Mas apenas coisas boas, não as outras, que dispenso e não procuro nem preciso. Mas sim, tenho saudades de sentir intensamente. Nos últimos meses apenas vou sentindo devagarinho, sem grande intensidade, porque os novos tempos assim o exigem. Não há nada que me faça reagir um bocadinho mais. Estou como que adormecida e a precisar de algo bom que me acorde. Para voltar a sentir. Porque parece que não sinto nada. Adormecida. Aborrecida. Estagnada.

Estou cansada deste estado latente. E pouco ou nada posso fazer para sair dele. Porque os meus dias são só trabalho e nada mais. E falta-me algo para conseguir voltar a escrever.

Não sei mesmo porque é que continuo a escrever todos os dias quando o que vou escrevendo são apenas lamentações de dias vazios. Mas não passo sem esse momento de palavras no éter, mesmo que também elas sejam vazias.

Um dia deixo de escrever. Não agora, não em breve porque continuo a precisar de deixar no éter alguma coisa, mas um dia.

Até lá, continuo sem saber porque continuo a escrever. Até lá, continuo a procurar algo que me faça sentir intensamente. Mas só procuro coisas boas de sentir, como algumas que guardo comigo.

Um dia. Um dia deixo de escrever. Mas não hoje. Não agora. Não já. Não ainda.

{#282.85.2020}

Eu sei que não estou sozinha. Ou completamente sozinha. Alguém está? Há sempre alguém, mais ou menos próximo, mais ou menos presente, mas há sempre alguém. E por isso é injusto dizer que estou sozinha.

Mas é como me sinto. Como sempre me senti, na verdade. Como se me faltasse uma parte de mim mesma para me sentir menos sozinha. Mas talvez não seja exactamente uma parte de mim mesma que falta. Mas alguém.

Sim, é isso. Sinto falta de ter alguém. Não que complete, mas que me acompanhe e aconchegue.

E isso que me faz sentir sozinha… Não ter alguém do meu lado.

E é tão simples o que me falta. Mas que também sempre me faltou.

Sim, sinto-me sozinha na maior parte do tempo. Simplesmente uma vezes essa sensação pesa um bocadinho mais. Como agora.

Mas não é isso que me vai quebrar. No fundo, já estou habituada. Não me é estranho. Apenas incomoda um pouco em algumas alturas. Mas não me vai quebrar.

Se o meu caminho for para ser feito sozinha, então que seja. Continuo em frente. Sozinha ou não, mas em frente. Sempre. E sempre a olhar para cima. Não volto a ter os olhos fixos no chão.

{#281.86.2020}

Sozinha. Sempre. Como sempre.

Mas ninguém larga a mão de ninguém.

Ou larga…?

Não sei. Só sei que sozinha. Sempre. Como sempre.

{#280.87.2020}

Sair de casa todos os dias um bocadinho ao final do dia. Para mudar o chip, dizia eu no início. Cada vez me apetece menos, digo eu agora.

Apetece-me dizer que estou bem como estou, mesmo sabendo que esse estar bem é relativo. Não posso, no entanto dizer que estou mal. Porque não estou. Mas queria estar melhor nesse bem que chamo para mim.

E depois continuo com saudades tuas. But it is what it is. Já me devia ter habituado, não devia? Vai ficar assim, aqui, guardado comigo como todos os sonhos que tenho acordada todos os dias.

Um dia, quem sabe? Não sei…mas quem sabe um dia possa dizer que sim, estou realmente bem e que não, já não tenho saudades tuas.

Até lá, continuar a sair todos os dias um bocadinho. Para mudar o chip. Ou simplesmente para criar uma nova rotina nestes novos tempos tão pouco normais e que já se arrastam há mais de 6 meses e não têm previsão para terminar.