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O dia acordou cinzento. Mas não frio. Perfeito para sair de casa à hora de almoço e exercer o direito de voto. Que, para além de um direito, é também um dever cívico. Porque quem adormece em democracia pode acordar em ditadura. E isso não pode acontecer.

Longas filas, pouco tempo de espera. Voto deixado em consciência. Num gesto que foi seguro.

Amanhã saberei os resultados finais. Mas os preliminares já são um bocadinho assustadores.

O populismo não vencerá estas eleições, mas mostra resultados que me assustam.

Amanhã. Amanhã volto a pensar nisso. Por hoje posso dizer que fiz a minha parte.

Não passarão. Não aqui.

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