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Sair da zona de conforto e tentar fazer o que nunca se fez. Tentar transmitir conhecimento que se foi acumulando. Não sei se transmiti alguma coisa, mas não desgostei do dia.

Amanhã repete. Volto a sair da zona de conforto.

Entretanto, bate a saudade. Todos os dias bate, mas há uns dias em que bate mais forte. Como hoje. E a vontade de repetir o que já disse e que continuo a trazer comigo é grande.

Não o vou fazer, claro. Pelo menos, não abertamente. Vou deixando passar a mensagem da mesma forma que o faço todos os dias desde o primeiro dia. E sei que a mensagem não só é recebida como é entendida. E aceite. E, acredito, é também bem vinda.

Um dia talvez deixe de fazer passar a mensagem. Mas será só quando já não me fizer sentido. Ou sentir. Até lá, mantenho aquilo que já se tornou um hábito e sem o qual já não me imagino.

É um bocadinho como vir aqui todos os dias escrever. Ganhei o hábito, já não me imagino sem vir aqui todos os dias antes de ir dormir, porque ainda me faz sentido e faz sentir.

Amanhã saio novamente da zona de conforto. Só para confirmar que a zona de conforto também é necessária, mas é importante sair dela de vez em quando. Não esquecendo dos hábitos que vou mantendo. Amanhã não será excepção, não esquecendo que ainda é hoje.

Boa noite. Será com certeza. E bom dia. Que é sempre bom também.

Até amanhã.

São pequenas coisas assim que sabem e fazem bem.

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