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Domingo com sabor a Domingo. Dia muito preguiçoso. Sem a consulta habitual que me faz sempre falta, mas que não aconteceu por um motivo muito válido e que irá ter lugar no próximo Domingo.

Dia de acordar cedo para voltar a dormir. Pôr o sono em dia, e estava a precisar tanto. De resto, muita preguiça o dia todo. Mas saí de casa um bocadinho. Comprometi-me comigo mesma a fazê-lo, especialmente nos dias em que menos apetece. Como hoje.

Amanhã? Está previsto o encontro com a tempestade perfeita. Se vai acontecer? Até ver já não sei. Aguardo confirmação. Mas já devia ter aprendido a não fazer planos. Na verdade não fiz planos concretos, mas já idealizei muita coisa. Que é praticamente a mesma coisa…

Vamos ver…vamos ver se chega a confirmação ou nem por isso. Se chegar, óptimo. Se não chegar, enterra-se a antecipação e logo se vê. Sei que Maio também será data de tempestade por perto, mas daqui até lá não sei se consigo continuar o jogo…

Sem retorno há alguns dias… Faz-me falta esse retorno. Já sei que não devia fazer. Já sei que essa presença não tem obrigação de ser constante. Mas custa-me sempre a ausência de retorno.

É. Estou no meio de algo que nem eu sei definir. Nem como levar ou sentir. Seja o que for que tiver que acontecer, de um lado ou de outro, acontece. E o que tiver que ser, será.

Como é que eu costumo dizer? “Vamos ver”…

Vamos.

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