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Fins de semana grandes, em tempo de crise como agora, costumam ser perigosos. Demasiado tempo livre para pensar e sentir. Sempre intensamente, claro.

Hoje, feriado, sexta feira, valeu-me ter que me dedicar ao estudo. Foram mais de 6 horas dedicadas a essa coisa que é o curso e que está quase aí. Não deixei de pensar completamente, nem de sentir, mas pelo menos estive ocupada.

Tentei, ainda, marcar o que foi desmarcado. Ainda não consegui. Mas não desisti. Porque há uma conversa que tem que acontecer. E rapidamente ou deixa de fazer sentido e eu entro por um caminho que não quero.

Sou paciente. Sempre fui. Desde o primeiro dia que espero sempre. Seja para o que for, calha-me a mim a espera. Mas desta vez não quero esperar. Não muito. Torço para que as notícias na segunda feira sejam as melhores para que essa conversa possa acontecer rapidamente, mas quero ter já uma data.

Se vou insistir? Vou. Se gosto de o fazer? Não. Mas neste momento impõe-se que o seja. Há quem me esteja a dever uma conversa. E se teve que ser adiada, eu só tive que aceitar. Mas não posso continuar a aceitar tudo.

Parei o estudo há uma hora e meia e a cabeça já disparou. Não pode. Por isso vou perguntar o que tenho a perguntar e vou-me agarrar aos manuais até o sono chegar. Voltar a ocupar a cabeça. Talvez ainda hoje tenha resposta.

Mas o mais certo é não ter… E ainda hoje é sexta feira……..

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