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Sábado, dia de Yoga de manhã. Começou cedo. Saí de casa às 9h da manhã, voltei 7 horas depois. Com 4,5km na pernas. E o último quilómetro foi, de todos, o mais difícil ao ponto de incluir dores… E, cereja no topo do bolo, ouvir “cala-te que jamais não te posso ouvir, não podes estar sempre a queixar-te de estares assim ou assado”…

E eu, claro, calei-me. Magoada. Zangada. Se não posso dizer à minha mãe as dificuldades que estou a ter, digo a quem…?

Felizmente, a 135 km daqui alguém me ouviu e permitiu-me extravasar. Permitiu-me tentar chorar porque estava a precisar. Mas, mais uma vez, não consegui… Mas essa abertura, essa disponibilidade, essa aceitação dizem-me tanto…

Continuo magoada. Porque, como sempre, não se voltou a falar do assunto…

E hoje, para além dos desequilíbrios, vieram as dores…nos pés, nasceu pernas, na lombar…fortes, claro.

Estou cansada. Farta de estar assim. Eu não era assim. Não fiz nada para estar assim. E já não sei o que fazer para aguentar tudo isto…

Quero acreditar que amanhã será melhor. E sei que não estou sozinha. Agora é tempo de tentar ter uma noite tranquila para recuperar do dia de hoje. Amanhã logo se vê.

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