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Esta noite fui beber café depois do jantar com um dos homens da minha vida, o Meu Um, Metade do meu Tudo. Aceitou ir de braço dado com a tia e esforçou-se para andar ao mesmo ritmo: devagar, devagarinho.
Está à beira dos 14 anos, e continua a ser o cavalheiro que sempre foi.
Gosto muito deste sobrinho, sobrinho Miguel, Minhoca para a tia.
Estivemos no café uma boa meia hora. E conversámos muito. É tão bom conversar com ele. E poder contar com ele para me apoiar na marcha.
O Número Dois, a outra Metade do meu Tudo, não quis ir. Mas, assim que entrou, perguntou-me se eu estava melhor do andar. Disse-lhe que não e a conversa ficou por aí. Mas sei que posso contar com ele na mesma.

Estes meus meninos são, sem dúvida, os homenzinhos da minha vida. E eu gosto muito de ambos. Para sempre.

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