Author Archives: Kooka

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Se perguntarem por mim, dir-vos-ei que não estou. Esta que vos fala é outra que não eu.

{#19.347.2019}

Dia de descanso, depois de uma semana de trabalho longa. Com chuva lá fora, tranquila cá dentro.

Amanhã? Logo se vê.

Por agora é só isto: descanso.

{#18.348.2019}

Pequenos passos para a mudança, mais um hoje.

Para mudar que seja para melhor.

{#17.349.2019}

Os dias estão azuis. Mas é o frio que se faz mais presente.

Se ao menos soubesses que te quero fazer sorrir………

{#16.350.2019}

Sem vontade de dizer muito… Falta muito para a próxima semana? E para a Primavera?

Ambas as alturas correspondem a pontos de calor que me fazem desejar que cheguem depressa. Já disse que estou cansada do frio? Pois…

{#15.351.2019}

Dia de pequenas conquistas. Mas será só quando o frio abrandar que vou conseguir abraçar o novo objectivo com mais ânimo. Cada vez tenho menos tolerância ao frio. Ou então é o frio que está cada vez pior. Não sei. Não interessa. Não é demasiado importante. Mas condiciona-me até nos horários e nas vontades. Deito-me cedo só para estar mais quente. Não saio para ver quem espera por um café só para não enfrentar o frio. Não pode ser……

Ainda assim vou conquistando pequenos triunfos, resultado de 2 anos de trabalho, 2 anos complicados, um deles pesado com pipocas na cabeça e que ainda hoje não sei como consegui conciliar com o trabalho.

Vamos em frente. Trabalho com ou sem frio. Pequenas conquistas. Muitas vontades e rotinas mexidas. É uma confusão o que para aqui vai. Mas é o que consigo neste momento.

E depois há todo um outro ponto de interesse: tu. Deixa passar o frio de gelo… Não me fujas entretanto. Não me és indiferente e ainda não o sabes. Mas vais saber assim que eu ganhar coragem.

Agora aqueço o corpo. A alma, essa, está aconchegada apesar do desconforto do corpo. Por hoje já chega. Chega de confusão de quem quer dizer tanto e não diz nada de jeito.

Até amanhã. Quando me cruzar novamente com o que me recorda que o frio não dura para sempre: as papoilas de Janeiro.

{#12.354.2019}

“Quem quer dizer, escreve”, li hoje por aí. E eu quero tanto dizer. Mas não te escrevo. Não directamente, pelo menos. Vou escrevendo por aqui. E tu vais lendo… Saberás que é para ti? Não creio. Mas gostava que soubesses. Ficava tudo mais fácil.

{#11.355.2019}

Um dia encho-me de coragem. Não pode ser pior do que já foi. Mas a insegurança grita-me sempre mais alto.

Um dia encho-me de coragem e digo-te o que guardo há já tanto tempo. Vai correr bem. Tem que correr bem.

E nada pode ser pior do que já foi.

{#09.357.2019}

São finais de dia como o de hoje que me recordam que é possível sobreviver ao frio porque este não dura para sempre. O calor vai regressar e eu vou esperar por ele. Março está quase aí. Mesmo que ainda faltem quase 2 meses.

{#08.358.2019}

Tudo a seu tempo. Se ainda não aconteceu, de certo estará para breve.

{#05.361.2019}

Fica difícil fazer algo para além da fuga ao frio e da busca de calor.

Devia ser possível hibernar.

Tudo vai ter que esperar mais uns dias. Pelo menos por enquanto não tenho grande coragem para algo mais. Embora saiba que não fazer nada é uma perda de tempo e eu não tenho tempo para perder Tempo.

{#04.362.2019}

Colhes o que semeias. Já plantaste, já cresceu, está na hora da colheita. Há que saber sempre quando colher. Para não estragar ou passar do ponto.

Vai. Colhe o que tens semeado ao longo deste tempo todo.

De que tens medo? O “não” está garantido. E o resto só pode ser bom.

{#03.363.2019}

Ela se pudesse hibernava.

E eu também.

Faltam praticamente 3 meses para a Primavera. E eu já estou cansada do frio.

{#02.364.2019}

Digo repetidamente a mim mesma que não vou ficar à espera, que vou fazer acontecer. Mas invariavelmente dou por mim a não acreditar em mim mesma e a deixar-me ficar sossegada no meu canto.

No meu canto… Como se não merecesse mais. Como se não tivesse uma vozinha a sussurrar “tarde demais, qualquer dia é tarde demais”.

Insegurança ou falta de oportunidade? Se calhar ambas, por muito que tente criar oportunidades.

Enfim. Quieta no meu canto. À espera. Do que não vem em jeito de oportunidade. Insegura, tanto. E ao mesmo tempo com uma vontade imensa de ver um resultado que só pode ter chance de acontecer se eu me mexer.

{#01.365.2019}

O primeiro dia do ano também serve para retemperar forças. Há, agora, todo um ano inteiro pela frente para descobrir.

Que seja bom.