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#day80

Finalmente ter força para sair de casa para beber um café. Sair porque me apetece e não porque tenho que ir aqui ou ali.

Sim, estas pequeninas coisas contam. E tanto.

E o telefone que toca todos os dias. Conta tanto. E é tão bom ♥

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#day79

Dos efeitos do Outono: dia de ronha. A 2. A minha gata e eu.

Ainda a curar a constipação, com um sono do tamanho do mundo.

Mas, e o mais importante, têm sido mais os dias bons que os menos bons. E é isso que conta.

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#day78

Os meus melhores amigos do momento.
Lado positivo da constipação: dá para pôr o sono em dia 🙂10687135_10152584574803800_7646178910359032757_n

#day77

Inaugurou hoje a exposição Arte e Criatividade na Oficina da Cultura em Almada.
Exposição de trabalhos de pessoas portadoras de deficiência e/ou necessidades educativas especiais.
Dia de inauguração é, também, dia de entrega dos respectivos prémios e de conhecer os autores das 109 fantásticas obras apresentadas a concurso.

Estas pessoas são, de facto, especiais. Não pelas necessidades, não pela deficiência. Mas por serem genuínas. Por terem orgulho, tanto, nos trabalhos que criaram. Onde transmitem tanto do que trazem “cá dentro”.
E vê-los vibrar quando outros que não eles são chamados para receberem um prémio mostra-nos que os outros, os ditos “normais”, numa grande maioria já se esqueceram do que é ficar feliz pelas conquistas dos outros.

Aconselho, tanto, a visita à exposição até ao próximo domingo. A entrada é gratuita.
Faço questão de lá voltar, agora sem a “farda” de júri que é sempre ingrata mas que muito me honrou e gratificou ♥ e que hoje, conhecendo aquelas pessoas, me deixou de coração aconchegado.
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#day76

Cansada. Muito. Tanto.
Dores nos pés. Nas pernas. Por todo o lado. Resultado de um fim de semana longo, pesado, intenso. Intenso de trabalho, intenso de emoções, intenso de partilhas, intenso de conversas. A dois.

Saber que {ainda} vou do sorriso às lágrimas em poucos, tão poucos, segundos. Mas sentir, e saber, que apesar das lágrimas serem só minhas, do outro lado há quem me permita chorar e falar. Dizer o que nunca disse a ninguém. E poder fazê-lo com a certeza de um abraço. Que me acolhe. Que me aconchega.
Um pedido que faço de lágrimas nos olhos. Um desejo que me confessam ao ouvido mesmo sabendo que ainda me dói, mas um desejo sentido, sincero, verdadeiro, honesto. Que mesmo no meio das lágrimas me soube tão bem. Tanto.
Uma pergunta, hoje, a que me recusei responder em voz alta. Que pedi que não me perguntassem para que as lágrimas não voltassem. Mas a resposta, dada a mim mesma por mim mesma, depois do desejo confessado ontem ao ouvido, a resposta que jurei a mim mesma que não iria dar, mas dei.

As lágrimas surgem. Facilmente. Mas não. Não é momento de lágrimas. Não é tempo de lágrimas. É, isso sim, o oposto. É tempo de sorrisos. Daqueles no olhar, daqueles ao canto da boca, daqueles na voz.

Sorrisos de várias cores e sabores. Sorrisos em sintonia. Sorrisos em conversas. Sorrisos em silêncio.

Não são sorrisos de castelos na areia. São, sim, sorrisos de raízes que se encontram, se cruzam, se entrelaçam e projectam pontes.

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#day75

Dos dias que passam, a correr ou em calmaria:

– como assim, já estamos no mês 11, mês cujo nome aprendi a recusar por rimar com aquilo que ninguém quer viver? Tal como o mês 7, que mesmo sendo 7 o meu número de eleição passou a ter outro peso no calendário e que faço por não pensar. {e lembro sempre das palavras de Kot Kotecki: “respira. Não pensa. Não pensa, não dói.”}

– dói na mesma, não pensando. Tanto o 7 como o 11. O 11 “resolvido” cá dentro, aceite. O 7 longe, tão longe disso. Mas perto, tão perto, tão demasiado perto dos olhos molhados de lágrimas não aceites, não resolvidas.

– ao mesmo tempo, o regresso ao aqui e agora. A um novo aqui, um novo agora. Que me aconchega. Que me acarinha. Que me acalenta. Que me sorri e faz sorrir também. Sorrisos que aconchegam, que abraçam, que dizem tudo sem ser preciso dizer mais nada.

– conversas que duram horas, que parecem segundos, que se encontram de surpresa e ao mesmo tempo sem surpresas porque é mesmo assim, porque há coisas que não se explicam, simplesmente acontecem. Simplesmente se sentem.

– é, outra vez, o aqui e agora. Em progresso. Em processo. Porque é só isso que importa, porque amanhã pode ser tarde. Tão demasiado tarde. Que se lixe o amanhã. É aqui. É agora.

E sim, são dias que passam a correr. Que passam em calmaria. Que, precisamente por passarem, os agarro para que não me fujam.

E, para quem não sabe, o comboio sempre foi o meu meio de transporte favorito, desde sempre ♥

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#day74

Dizem os entendidos que o Samhain, ou Halloween, é a noite de fim de um ciclo, início de outro. Uma passagem de ano. Altura de deixar para trás o que já foi e abraçar o que aí vem.

Pois que seja, então =) nada como um novo começo cheio de sorrisos ♥ e que seja um novo começo, um novo ano, cheio de Amor. Aquele do A maiúsculo.

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#day73

Tudo está bem quando acaba bem, independentemente dos sustos e urgências. E, no fundo, é só isso que importa.

Isso e saber, sentido, que não estou sozinha. Que do outro lado está quem olhe por mim. Quem olha por mim. Quem olha para mim.
E isso é aquela tal coisa de que falo tantas vezes e que se chama, e chamo, Amor. Com A maiúsculo.

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#day72

Gosto do meu trabalho. Gosto do que faço. Gosto do resultado final daquilo que faço, das coisas mais simples, mais básicas, às mais complexas.

Também gosto de sorrir. De sorrisos. De fazer sorrir. Que me façam sorrir. Daqueles sorrisos no olhar. Daqueles sorrisos ao canto da boca. Daqueles que não são para serem vistos por toda a gente. Mas que toda a gente vê mesmo assim. E ainda bem.

Porque gosto de me sentir bem. Gosto que me façam sentir bem. Gosto de quem me faz sentir bem. E de quem me faz sorrir. Sentir-me bem como há tanto tempo não me sentia. Sorrir como há muito tempo não sorria.

Se a vida é uma caixinha de surpresas? Claro que sim. Mas já era tempo de chegarem as surpresas boas. Estas que me põem a sorrir assim =)

O que é que o meu trabalho tem a ver com isto tudo? Na realidade não tem nada a ver. Mas não importa ♥1379874_10152572270923800_3499096641174617113_n

#day71

C de:

Caixa. De chocolates {e surpresas}.
Carinho. Carícias. Colo.
Comigo. Contigo. Connosco.
Cúmplices.
Cantar. À chuva.
Chovarinhar.
Começos. De capítulos {novos}.
Comboio? C’um caraças!

No fundo, C de Eu Mesma. Assim. Como sou.
E só é pena sorrisos não se escrever com C. Mas covinhas, minhas, nossas, sim.

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#day70

Em estágio para o fim de semana. Focada no trabalho. E no cor de rosa, sempre.

{e com tantas questões em loop na minha cabeça para as quais até já tenho respostas. E não gosto.}

Siga! Hoje não foi um dia mau. E isso é bom.

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#day69

“37 anos e 7 meses”, assim começa o postal que a melhor Mãe do Mundo, a minha, me escreveu hoje.
“Não interessa o número de velas”, que eram 12. Interessa o resto.

O bolo que não tive há 7 meses tive hoje. O postal. As prendas. O “jantar de família”.

E termina dizendo “continua a ser quem sempre foste, quem és.”

Obrigada, Mãe ♥

Eu tenho mesmo a melhor Mãe do Mundo e arredores e que me conhece tão bem e entende as minhas faltas.


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#day65

Banhos de mar, mergulhos nas ondas, pé na areia, banhos de sol, horas de conversa em boa companhia.

Gosto do Verão de Outubro ♥

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#day63

Hoje, júri do concurso “Arte e Criatividade”, concurso dirigido a pessoas com necessidades especiais e/ou portadoras de deficiências, promovido pela Câmara Municipal de Almada.
Um convite da Divisão de Acção Sociocultural, resultado do trabalho feito com o Mercado Alternativo de Cacilhas. Convite que me aconchega e confirma que sim, o trabalho realizado valeu a pena ♥

Perceber, com os restantes membros do júri, entre os quais uma professora de ensino especial de Almada, um artista plástico e um responsável da Casa da Cerca que começo a ser tão conhecida como o Zé dos Plásticos: não, esta parte não tem piada nenhuma. Prefiro o anonimato, o passar despercebida, o ficar sossegada no meu canto.

Avaliar trabalhos não é fácil. Nunca foi. Avaliar trabalhos artísticos de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais, no entanto, é gratificante. Gostei bastante da experiência e da discussão saudável que dali partiu para perceber a fraca adesão das escolas a este tipo de iniciativas.

Muito a aprender com o dia de hoje. Sem dúvida.

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