Category Archives: {#Dez/2019}

{#344.22.2019}

Sossegada no meu canto. Outra vez.

Não sei até quando, só sei que repito.

Até ver. Ou, como sempre, não ver nada.

Até quando vou continuar a esperar?

{#343.23.2016}

Sair de casa mesmo que não apeteça. O primeiro dia de férias foi assim, a olhar para cima.

Tenho que repetir amanhã.

{#342.24.2019}

Foi já há 3 anos que perdi a minha melhor amiga. Parece que foi ontem…

Apesar da presença da Sushi, ainda sinto muito a falta da Maria André.

3 anos já…

{#338.28.2019}

Ainda te lembras dos primeiros tempos? Em que éramos novidade e tudo parecia alinhar-se?

Lembro-me disso muitas vezes e continuo a achar que tudo se alinhava não por mero acaso mas porque sim, porque era suposto. E continuo a achar que sim, que era mesmo suposto e continua a ser.

Encontrei o tal ponto luminoso por cima do ombro, o teu. E tenho medo de o perder por inépcia minha.

Há muito tempo que não digo isto: tenho que deixar de ser totó. E fazer o que já devia ter feito há algum tempo.

Mas, infelizmente, não depende só de mim. Embora eu continue à espera de uma oportunidade para te dizer o que guardo comigo.

Até quando?

Não sei…

{#337.29.2019}

Tempo para nós. Tempo nosso. É importante termos esse tempo. Tempo que serve só mesmo para isso, ser nosso e responder às nossas necessidades.

Há quem não tenha esse tempo para si. Porque há o trabalho, outras actividades que não sendo trabalho também o são, tanta coisa que acontece ao mesmo tempo que acaba por não haver esse tempo.

Mas esse tempo é tão importante. Aprendi que não tenho tempo para perder Tempo. E por isso me custa ver que há quem não tenha tempo para si e não se preocupe por aí além com isso…

É só um desabafo, sem importância. Porque o que importa mesmo é que tenho saudades. E não há tempo para as matar…

Talvez um dia… Talvez.

{#336.30.2019}

Foi há 3 anos que recomecei a trabalhar por conta de outrem. Lembro-me que estava frio e eu estava assustada, com medo de falhar e que a experiência não durasse mais que umas quantas semanas.

Estava um caco emocional. E fui atirar-me para a boca do lobo: atendimento telefónico. Que já tinha experimentado mas que nunca é igual.

Não sei como consegui superar todos aqueles receios e todas as fragilidades que levava comigo. Quando ainda me era difícil dormir, por exemplo. Quando chegava ao trabalho 45 minutos antes porque tinha medo de me atrasar. Quando o mundo não fazia qualquer sentido mas era preciso trabalhar.

Os primeiros dois anos foram assim. Estranhos. Duros. Um caos. Há um ano terminou a linha de atendimento e mudei de equipa. Para o bem e para o mal, tudo mudou. Continua a ser difícil. Mas hoje já com uma estabilidade que há 3 anos não tinha.

Já não estou um caco. Mas também não poss dizer que estou a gostar do que faço. Ou melhor, gosto. Mas há pormenores que me agastam. Enfim…

3 anos hoje. 3 anos depois posso dizer que sobrevivi. E que continuo a lutar todos os dias por um bocadinho mais de estabilidade emocional que, apesar de estar em paz, ainda me é frágil.

3 anos. E parece que foi ontem.

{#335.31.2019}

Novamente Dezembro. Parece que estive aqui ontem.

É preciso fazer deste mês algo especial. Ou então fica só estranho mais um mês igual aos outros.