Category Archives: {#Jan/2019}

{#11.355.2019}

Um dia encho-me de coragem. Não pode ser pior do que já foi. Mas a insegurança grita-me sempre mais alto.

Um dia encho-me de coragem e digo-te o que guardo há já tanto tempo. Vai correr bem. Tem que correr bem.

E nada pode ser pior do que já foi.

{#09.357.2019}

São finais de dia como o de hoje que me recordam que é possível sobreviver ao frio porque este não dura para sempre. O calor vai regressar e eu vou esperar por ele. Março está quase aí. Mesmo que ainda faltem quase 2 meses.

{#08.358.2019}

Tudo a seu tempo. Se ainda não aconteceu, de certo estará para breve.

{#05.361.2019}

Fica difícil fazer algo para além da fuga ao frio e da busca de calor.

Devia ser possível hibernar.

Tudo vai ter que esperar mais uns dias. Pelo menos por enquanto não tenho grande coragem para algo mais. Embora saiba que não fazer nada é uma perda de tempo e eu não tenho tempo para perder Tempo.

{#04.362.2019}

Colhes o que semeias. Já plantaste, já cresceu, está na hora da colheita. Há que saber sempre quando colher. Para não estragar ou passar do ponto.

Vai. Colhe o que tens semeado ao longo deste tempo todo.

De que tens medo? O “não” está garantido. E o resto só pode ser bom.

{#03.363.2019}

Ela se pudesse hibernava.

E eu também.

Faltam praticamente 3 meses para a Primavera. E eu já estou cansada do frio.

{#02.364.2019}

Digo repetidamente a mim mesma que não vou ficar à espera, que vou fazer acontecer. Mas invariavelmente dou por mim a não acreditar em mim mesma e a deixar-me ficar sossegada no meu canto.

No meu canto… Como se não merecesse mais. Como se não tivesse uma vozinha a sussurrar “tarde demais, qualquer dia é tarde demais”.

Insegurança ou falta de oportunidade? Se calhar ambas, por muito que tente criar oportunidades.

Enfim. Quieta no meu canto. À espera. Do que não vem em jeito de oportunidade. Insegura, tanto. E ao mesmo tempo com uma vontade imensa de ver um resultado que só pode ter chance de acontecer se eu me mexer.

{#01.365.2019}

O primeiro dia do ano também serve para retemperar forças. Há, agora, todo um ano inteiro pela frente para descobrir.

Que seja bom.