Category Archives: {#Jun/2019}

{#168.198.2019}

Dia demasiado comprido no trabalho. Mas no final valeu a pena. Agora? Descanso merecido. Amanhã também é dia.

{#166.200.2019}

Dia perdido para o descanso. Porque também é preciso. De resto, mais nada a não ser, mais uma vez, pequenos nadas.

Preciso melhorar os sábados.

{#165.201.2019}

Há 3 anos escrevia sobre a possibilidade de o amanhã nunca chegar. Hoje cruzei-me com esse texto e percebi que me esqueci que sim, é um facto que o amanhã pode não chegar. Tenho adiado pequenas coisas que podiam ser grandes se lhes desse a oportunidade sempre com o pretexto de que ainda não é o momento ou que não estou preparada para deixar de ser totó. Mas esqueço-me que um dia pode ser tarde demais.

Tenho que voltar a encontrar aquela urgência de não deixar nada por fazer ou dizer que tive há poucos anos. De preferência sem que seja por mais uma rasteira da vida.

O amanhã pode não chegar. E eu posso perder aquilo que pretendo ganhar.

Estou demasiado acomodada ao pretexto de ser totó. Tenho que deixar de o ser rapidamente. Totó e acomodada.

{#164.202.2019}

Tinha razão ontem ao acreditar nos pequenos nadas previstos. Não me enganei e a espera valeu a pena pelas horas.

Nada disto parece fazer sentido. Mas para mim faz.

Continuo a recolher pequenos nadas. Um dia vão traduzir-se em algo grande. E até lá mantenho a espera.

{#163.203.2019}

Sou perita em esperar. Espero, espero e espero. Sempre à espera que algo aconteça.

Um dia deixo de esperar e faço acontecer. Mesmo que, enquanto vou esperando, deixe aqui e ali pequenos pontos de referência do caminho que pretendo seguir. Mas, pelos vistos, não é suficiente.

Vou, ainda assim, recolhendo pequenos nadas que me aconchegam. Como ontem, novamente. Como espero que haja mais um pequeno nada ainda hoje.

Lá está, vou esperando. E essa espera, estupidamente, é demasiado confortável. E é preciso sair da zona de conforto urgentemente.

Um dia. Um dia deixo de esperar e faço acontecer. Já esteve mais longe.

{#162.204.2019}

Rotinas. Fazem-me falta. Fazem-me bem. Ainda que, por vezes, o percurso não seja o mais agradável.

Posso não gostar dos dias assim por aí além, mas é o melhor para mim.

Rotina. É preciso olhar para ela com olhos de ver e perceber que estou melhor com ela do que estive quando não a tive.

Agora é seguir sempre de cabeça erguida e olhar a rotina nos olhos e manter a estabilidade conquistada a pulso.

Mesmo com quebras de rotina de fins de semana mais compridos.

{#161.205.2019}

Um dia extra num fim de semana que já se foi. Alguma coisa tem que mudar. Rapidamente. Não me fazem bem os dias vazios.

{#158.208.2019}

Mantenho o olhar focado lá em cima. E vou sonhando tantos sonhos de todas as cores.

Um dia de cada vez. Um passo de cada vez. Tranquila.

E um sorrisinho ao canto da boca e brilhozinho nos olhos. A cantarolar baixinho e quase a saltaricar por aí, em passo firme e quase seguro.

Estou bem. E é só isso que importa.

{#157.209.2019}

Perguntar quando se procura uma resposta. Sem medos mas acima de tudo sem desvalorizar a importância da pergunta.

Receber a resposta que já se esperava. Agora? É esperar só mais um pouco. A parte mais difícil já passou.

Venha a próxima pergunta. Com a resposta que se espera. Tudo a seu tempo, sem pressas e sem pressões.

{#156.210.2019}

Brincar com as palavras. Gosto de brincar com as palavras. Dizer não dizendo o que quero dizer e não consigo (por ser totó). Vou passando a mensagem mesmo que pareça, à primeira vista, uma outra coisa qualquer.

Brinco com as palavras quase como quem brinca com o fogo: quase no limite da queimadura. Mas páro sempre antes de me queimar.

Um dia deixo de brincar com as palavras e falo a sério. Ou falo a sério brincando na mesma. Porque gosto, muito, de brincar com as palavras. Fazer jogos sem malícia simplesmente pelo prazer de brincar.

Um dia. Um dia falo a sério. Mais a sério. Não hoje… Não ainda. Não agora.

{#154.212.2019}

Às vezes acontece sentir falta daquelas vozes que me gritavam nos dias menos bons. Não que sinta falta do que me gritavam. Apenas sinto falta de não me sentir tão sozinha comigo.

Às vezes essas mesmas vozes sussurravam-me coisas boas também nos dias bons. E é nesses dias que lhes sinto a falta. Como agora em que sou eu que repito para mim mesma aquilo que gostaria de ouvir.

Ser-se normal é aborrecido. Prefiro ter vozes na minha cabeça.

{#152.214.2019}

Demasiado calor… E as opções todas em aberto para nada. E ainda os pequenos nadas que me aconchegam e me roubam sorrisos ao canto da boca.