Teimo em esquecer-me: ninguém se cruza connosco por acaso, nada acontece por acaso ou fora de Tempo.
Hoje, mais uma vez, a certeza que não estou sozinha ainda que, de certa forma, possa estar.
Hoje, mais uma vez, a certeza que há tanta coisa que não se explica, sente-se. E, quando assim, é deixar fluir. Mesmo que me sinto cansada “disto”, farta “disto”, já chega “disto”.
Mas, afinal, tudo “isto” faz parte de um longo caminho a percorrer. E há que percorrê-lo até ao fim. Mesmo que pelo meio as emoções transbordem. Como hoje, vindo do nada.
Não, ninguém se cruza connosco por acaso. E também por isso sou grata. Tanto.
Namasté.

