Do que sinto mais falta ultimamente? Do Sol. De apanhar Sol. De sentir o Sol no rosto, mesmo com o frio que tem feito.
A minha janela só recebe Sol ao final do dia lá para Maio. Ainda falta tanto tempo para lá chegar.

Do que sinto mais falta ultimamente? Do Sol. De apanhar Sol. De sentir o Sol no rosto, mesmo com o frio que tem feito.
A minha janela só recebe Sol ao final do dia lá para Maio. Ainda falta tanto tempo para lá chegar.

Mais um dia, menos um dia. De muito frio e de ver o tempo passar. Debaixo das mantas, claro.
Amanhã, o regresso à rotina. E a continuação do frio. Será melhor. Vai ter que ser melhor.

Dia de ver o tempo passar debaixo das mantas. O frio não dá vontade para muito mais.
Amanhã não sei se será melhor, mas será no mínimo igual: novamente muito frio. Novamente debaixo das mantas.

Ainda o frio. Claro que ainda o frio. Que faz com que não me sinta bem e desperta a hipocondríaca que há em mim.
Vai correr tudo bem. São ainda muitos dias até este frio imenso passar, mas vai correr tudo bem. E a hipocondríaca que há em mim vai ter que se acalmar.
Hoje não tive coragem ou sequer vontade de sair de casa depois do trabalho como costumo fazer. Tudo por causa do frio. Não devo sair no fim de semana também, embora tenha vontade de apanhar um pouco de Sol. Mas não tenho vontade do frio.
Não sei quando volto a sair. Vem aí novo confinamento que não deve tardar a começar e sair de casa vai ser coisa que não vai acontecer tão cedo. Até poder voltar a sair vou ter que aprender a lidar com a ansiedade do frio. Porque do que sinto mesmo falta é do Sol. E de calor qb, daquele calor que aconchega sem sufocar.
Está demasiado frio. A minha casa é demasiado fria. É uma combinação perigosa. Mas é com ela que agora tenho que lidar.
Vai correr tudo bem. Também ao frio vou sobreviver e, espera-se, sem danos de maior. Até lá, vou guardando as saudades do Sol.

Ainda o frio. Não há muito mais tema que este. Frio do árctico, dizem. Frio demais, digo eu. Nem em casa se está bem.
Falta muito para a Primavera?

Já aqui disse que não me dou bem com o frio? Pois…mas ainda vou ter que aguentar mais uns dias de tortura.
Mesmo assim, com tanto frio, obrigo-me a sair para um café ao fim do dia. Quando o que me apetecia era um vinho quente depois do jantar. Mas está demasiado frio para sair tão tarde. E falta também a companhia certa.
Amanhã será melhor. Quem sabe se um bocadinho menos frio.

Janeiro é, claro, o mês mais frio do ano. É por isso normal que as temperaturas desçam, como desceram nos últimos dias. E parece que vão continuar muito baixas ainda durante longos dias. Vai ser doloroso, como já está a ser.
Mas Janeiro traz também dias já um bocadinho maiores. E hoje já vi bem a diferença: às 18h10m ainda não era totalmente de noite. E isso lembra-me que o frio não vai durar para sempre.
Custa-me muito o frio. Não me sinto bem. Mas é preciso respirar fundo e com calma e aquecer-me o melhor que consigo. Os dias estão a ficar maiores e o frio-muito-frio vai acabar por passar. É um facto que o Inverno é doloroso, mas também acaba por passar.
E é disso que não me posso esquecer. Ou então não sobrevivo ao Inverno.

Frio. Muito. Tanto. Que se torna difícil pensar em muito mais que frio. Às vezes tenho dúvidas de que consiga sobreviver ao Inverno. Mas depois lembro-me que tive Invernos piores, mesmo que não tão frios.
Quando for grande, quero uma casa com lareira. Porque teletrabalho é muito giro, mas esta casa é um gelo.

Novamente o frio, o sofá e as mantas. Domingo com sabor a domingo e sem vontade de sair de onde está quente.
Amanhã, o regresso à rotina. Que vai ter mantas também, mesmo não tendo sofá.

Dia de muito frio, dedicado a mantas, sofá e televisão. Aproveito para ver o tempo passar quentinha na companhia de uma gata friorenta.
Amanhã continua o frio. Mas será melhor. Como todos os dias, o amanhã é sempre melhor. Até porque amanhã ainda é domingo. Fim de semana grande, portanto. Continue a dar-se uso às mantas e ao sofá.

Começar o dia com uma mensagem de fazer aquecer e de aconchegar. Tão bom. Podia chamar-lhe mais um pequeno nada, mas foi muito mais que isso. E o meu gut feeling que há meses me sussurra que as coisas vão mudar, bateu palminhas de contente.
Foi uma boa forma de começar o ano. Algo absolutamente inesperado e, por isso mesmo, mais importante. Tão bom. Este ano que agora começa promete ser bom. Mas, se não puder ser melhor do que o anterior, então que seja igual. Mas algo me diz que vai ser melhor.
