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Dia do Pai. E eu, órfã de pai vivo, tentei esquecer. Como tento todos os dias.

Adiante…

Sábado que não teve muito tempo para ser aborrecido. Almoço de e com vizinhos. Algumas horas de conversa. E o cansaço a pesar. Muito.

Ainda tive tempo para me enroscar no sofá. Mas sem conseguir descansar o que e como precisava. E amanhã também não terei grande oportunidade de me dedicar a isso. Enfim…Vai ser uma longa semana.

Houve tempo também para o retorno habitual. E isso é, para mim, muito importante. Ao fim de semana, por decisão minha praticamente desde o início, não é muito habitual haver rituais. Mas hoje, também por ser dia do Pai, fiz questão de dizer algo. E houve retorno. E foi tão bom poder, a esse retorno, dizer o que disse. E perceber que do outro lado foi bem recebido.

Enfim. O fim de semana está a passar demasiado rápido. E não gosto de sentir isso. Claro que foi bom sair e conviver, tornar o Sábado menos aborrecido, aproveitar o dia que esteve bonito. Mas estou cansada de sentir o tempo a passar tão rápido e eu sem fazer desse tempo algo de útil.

Seja como for, amanhã ainda é fim de semana. Domingo com despertador marcado para acordar, consulta de manhã, uma saída programada para depois de almoço e o compromisso semanal à tarde. Se vou ter tempo de enroscar no sofá? Duvido. Mas é o que é. E é de aproveitar.

Será um Domingo preenchido. E será bom. E haverá retorno. E presença, mesmo que só à distância. E só por isso já vale a pena.

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