Monthly Archives: March 2022

{#70.296.2022}

Mais um dia em casa. De molho. Cansada disto. E não é nada de mais. Não é o vírus do momento. É só uma gastroenterite. Aliada a um forte cansaço. Derrubou-me mais tempo do que eu gostaria.

O lado positivo? Deu para descansar. E dormir.

Amanhã? É fim de semana. Sábado, o dia mais aborrecido da semana. Logo se vê como vai ser.

{#69.297.2022}

Mais um dia. Menos um dia.

Dormir o dia todo também é um processo de cura. E hoje dediquei-me a ele. Ainda não estou a 100%, mas descansar e dormir ajuda.

Amanhã? Ainda não devo estar bem. Mas já estarei melhor.

{#68.298.2022}

Em casa, de molho, porque doente.

O lado positivo? Conseguir descansar e dormir.

Amanhã? Ainda vai ser em casa. Mas espero que seja melhor que hoje.

Logo se vê.

{#67.299.2022}

Terça feira ou aquele momento em que, já à noite, não sei bem que dia é.

E o corpo a dar sinais de cansaço. Descarto, porque testei, a pior das hipóteses. Menos mal. Terá sido apenas alguma coisa que caiu menos bem num corpo notoriamente exausto.

Podia ser tudo junto uma mistura explosiva para algo que me assusta. Muito. Não é, felizmente.

Seja como for, o dia não foi mau. Foi longo e difícil, mas começou como gosto, mesmo que não tão cedo como noutros dias. Mas foi cedo e foi o começo do dia. E foi bom por ser como é.

Recolho agora. Mais tarde do que ontem que a esta hora já estava a dormir. Mas ainda vou a tempo de desligar e enroscar para aquecer e descansar.

Amanhã? Espero estar melhor. Estando melhor ou não, vai ser um dia bom. E só isso importa.

{#66.300.2022}

Segunda feira. E outra vez, pela segunda vez hoje, a ideia de ser terça. Não é.

É só o resultado de estar muito, muito, muito cansada. E ainda agora a semana começou.

Não foi um dia fácil. Porque muito longo e eu muito cansada. Mas começou com uma mensagem matinal cedo. E cada vez gosto mais desses momentos de bom dia a horas estranhas. Mas que me sabem muito bem.

Hoje encerro o dia mais cedo. Não aguento muito mais. Ainda irei ao ritual nocturno, mas não vou ficar à espera de retorno. Pode chegar amanhã de manhã, não faz mal. E sempre é uma forma de começar bem o dia.

Por hoje? Já chega. Venha o amanhã. Será melhor que hoje.

{#65.301.2022}

Domingo com sabor a Domingo.

Continuo cansada. Claro que sim. Mas hoje foi possível dormir mais um bocadinho de manhã.

À tarde uma ida à vila. Sem grande vontade ou coragem para o fazer. Mas é importante sair de casa todos os dias um bocadinho. E também por isso fui.

Amanhã de manhã não vou ter boleia para Lisboa. Significa o regresso aos transportes públicos de madrugada. E a vontade é zero. Mas vai ter que ser. E vai correr bem.

Por agora recolho para enroscar e aquecer. Amanhã é dia de madrugar novamente. E começa mais um ciclo de cansaço sem estar completamente descansada.

Vai correr bem. E o retorno vai acontecer normalmente. E isso é, para mim, o mais importante.

Ainda da consulta de ontem: perceber que durante algum tempo eu apenas queria não estar mal. Foi preciso a chegada do outro lado para querer estar bem. E hoje percebo a diferença entre esses dois estados. E posso dizer que estou bem, não apenas melhor. E é assim que quero continuar: bem.

Sei, também, que é muito fácil deixar de o estar. É um trabalho diário. Mas fico contente por perceber que tenho um elemento estabilizador que me ajuda, ainda que não saiba, a querer estar bem.

Amanhã será um dia bom. Apesar de ser dia de regressar aos transportes públicos de madrugada. Mas será um dia bom. Porque eu quero que o seja.

{#64.302.2022}

Sábado, aquele dia aborrecido da semana.

Começar o dia com uma mensagem matinal que chegou bem cedo. E que por chegar tão cedo me sabe sempre tão bem. Seja a que horas for que cheguem as mensagens, sabe sempre muito bem recebê-las. Mas gosto especialmente destas que chegam tão cedo.

A consulta da manhã que foi adiada para a tarde. E poder falar de tudo, de forma aberta e sem receio de julgamentos. Porque, relembra-me o terapeuta fofinho, é o meu tempo. E é importante. E terapêutico. E faz-me bem. Porque se não for com ele, é raro falar do que trago comigo, cá dentro, em mim. Falamos de tudo, sempre. Mas isto que sinto tem sido tema recorrente. E é-me importante que assim seja. Porque para ele eu sei que não é uma parvoíce. Ele sabe que é importante. E hoje chegámos ambos a uma conclusão: o outro lado tem um papel importante na minha vida por ser, também, um elemento estabilizador. Sei que não existe mais nada para além de uma amizade. Mas é uma amizade saudável. E fortemente estabilizadora. E isso é tão importante.

O resto da tarde foi dedicada, mais uma vez, a tratar de mim. Porque também é importante. Porque às vezes esqueço-me de mim mesma. E não posso.

Sábado, aquele dia aborrecido da semana, hoje não foi tão aborrecido como costuma ser. Mas começou cedo e já vai longo. Continuo cansada, claro. Amanhã dedico a manhã a tentar descansar. E hoje só uma pessoa ainda conseguia tirar-me de casa. Mas não vai acontecer. Por isso termino o dia por aqui. E, daqui a pouco, dedico-me ao ritual nocturno, que não é habitual ao sábado. Mas que, com os tempos que correm, de medo e incerteza, me fazem querer dizer abertamente o que trago comigo, cá dentro, em mim. Não o faço de uma forma aberta, directa, como já fiz antes. Mas digo tudo de outras formas. Que já são conhecidas e entendidas.

Sim. Estou cansada. Com medo. Mas sei que o que trago comigo, cá dentro, em mim, é bonito. E isso é tão bom. E importante. E por isso mantenho os rituais. Porque sei, sentindo, que para o outro lado também faz sentido.

{#63.303.2022}

Sexta feira, finalmente. Muito cansada de noites interrompidas e horários complicados. Ainda me vou habituar novamente aos horários, mas os primeiros dias são os mais difíceis.

Chegar a casa para ter notícias menos boas de Metade do Meu Tudo. Nem sempre o positivo é bom. E neste caso não é mesmo. Mas fico mais descansada por saber que ele está tranquilo e brinca com a situação. Vai correr bem…

E o retorno, sempre. Seja a que horas for, um bom dia é sempre um bom dia. E basta haver esse bom dia, mesmo que tardio, para me fazer sorrir.

Cansada. Muito. Mas amanhã é sábado, ainda que por momentos tenha pensado que hoje ainda era quinta feira. Vai ser um dia aborrecido? Provavelmente. A minha vontade, mais uma vez, é de fazer acontecer. Não sendo possível, vou tratar de mim novamente.

Um dia faço acontecer. Só não deve ser amanhã.

{#62.304.2022}

Quinta feira. E o dia começou cansado.

Termina tarde e ainda mais cansado.

Mas o retorno, sempre o retorno a fazer dos dias algo que vale a pena.

Falta muito para sábado?

{#61.305.2022}

Dia de regresso ao local de trabalho. Para perceber que somos poucos os que estão de regresso, sem perceber critérios. Sem perceber porquê se me perguntaram o que preferia. Saber que, da minha equipa de formação, só regressei eu e só a mim perguntaram.

Enfim. É o que tem que ser.

Custou, muito, acordar ainda de noite. Mas perceber que saio de casa ainda de dia ajudou um bocadinho a tornar a coisa mais leve.

O outro lado está de regresso também. E com esse regresso veio o retorno. Ligeiro, mas veio.

Agora é descansar depois de um dia muito longo e com muito trabalho e preparar-me para repetir o horário amanhã.

Ainda vou dedicar-me, claro, ao ritual nocturno. E, quem sabe, conversar um bocadinho. Se não adormecer entretanto…

Amanhã? Será melhor. Mesmo que chova, como está previsto. Será mais um dia a começar muito cedo. Mas se o trabalho abrandar já será melhor.

Vamos ver…

{#60.306.2022}

Terça feira com sabor a Domingo. Acordar cedo com o berbequim das obras do prédio ao lado, quando se queria aproveitar para dormir só mais um bocadinho. Não foi bom. Foi o que foi.

Sair de casa um bocadinho à tarde para aproveitar o Sol.

Dedicar-me ao compromisso semanal que não fiz no Domingo porque não fazia sentido.

E assim passou mais um dia. Sem História ou histórias. Amanhã regressa-se ao local de trabalho, sem grande vontade. O trabalho faz-se bem em casa também. Ou talvez até melhor.

O despertador vai tocar duas horas mais cedo. Vou voltar a perder três horas em deslocações, ida e volta. E vai ser bom rever os colegas de trabalho. Mas preferia, claro, manter-me em casa. Não confio nos transportes públicos. Nem me sinto confortável com a ideia de sermos muitos num espaço fechado. Mas é o que tem que ser.

Ainda sem retorno. Mas já de regresso do outro lado. É altura de voltar ao ritual nocturno. Já não falta muito.

Tenho que dormir cedo esta noite. Mas não tenho sono…

Amanhã vai ser duro acordar cedo. Mas vai ser um dia bom. Só porque sim.