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Cada vez mais preocupada. Cada vez mais assustada. Coisas básicas que me escapam. Dadas como garantidas e que me começam a escapar…

…não quero pensar. Não quero mesmo pensar nisso. Vou esperar ela consulta de especialidade e, com os exames que tenho e os sinais todos que me atrapalham, ouvir o que têm para me dizer. E seguir a partir daí.

Não, não quero mesmo pensar. Mas dou por mim a querer atirar-me para o chão e chorar. Chorar. Não resolve nada, eu sei. Mas alivia a frustração…

Hoje doem-me as pernas. 5 km o dia todo parece muito. Não é. Mas doem-me as pernas. Amanhã, depois do Yoga, logo se vê…

Não me posso esquecer que não estou sozinha. E que, se for preciso, tenho quem me estenda a mão à distância de um clique. Mas agora, neste exacto momento, a vontade é de chorar. De frustração. E de medo. Muito medo…

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