Author Archives: Kooka

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Se perguntarem por mim, dir-vos-ei que não estou. Esta que vos fala é outra que não eu.

{#115.251.2019}

Quando a ansiedade não te deixa dormir, sabes que estás a entrar em terreno perigoso… Como na noite passada.

Foca-te no momento presente e no que é em vez de no que pode vir a ser.

As coisas vão correr bem. Tens que acreditar. E acalmar essa ansiedade e esse medo que sentes a cada momento.

Vai correr tudo bem. Vai ficar tudo bem.

{#114.252.2019}

Se tudo fosse assim tão linear… Tento todos os dias atingir um patamar de tranquilidade que simplesmente não consigo alcançar. Mas há dias de ansiedade piores que outros.

Gostava de conseguir acalmar este desassossego facilmente mas não consigo. Por isso tenho que aguentar a pressão.

Mas nem tudo é mau. É só ansiedade com os seus altos e baixos…

{#113.253.2019}

Se eu podia não ser tão ansiosa? Se calhar não… Já não sei ser de outro modo. E isso não é positivo. Nem saudável. Nem bom.

{#112.254.2019}

É bom estar. E é. Por isso é que vou mantendo este estar, e também este ser. Mas sem dúvida o estar. Porque o ser é totó.

Mantenho-me por perto, sempre. Mesmo que às vezes pareça que desapareço. Nunca desapareço na realidade. Estou sempre por ali.

E tento, mantendo-me ali, mudar o chip. Ou os vários chips que precisam de mudança. Como o chip totó.

Nada do que estou a escrever parece fazer sentido. Mas está cá tudo para mim. Só falta mesmo mudar o chip. Continuando a estar ali. Porque estar é bom.

{#111.255.2019}

Sempre à espera que coisas aconteçam. Mas nunca boas. Podiam acontecer coisas boas sem estar à espera, não podiam? Talvez assim mudasse o meu chip.

Venham elas, as coisas boas, então. Vou começar a esperar por elas.

{#110.256.2019}

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{#109.257.2019}

Um dia perdido quando me recuso a perdê-los. Ou a necessidade de parar e descansar o corpo.

Amanhã será melhor.

{#108.258.2019}

Por mais voltas que dê, vou sempre ter ao mesmo sítio. Se ontem dizia que desistia, hoje senti que não o posso fazer porque seria um erro. Senti vindo do sítio certo no momento certo.

Não quero ser um problema, mas também não quero desistir ainda antes de sequer tentar.

Tudo se há-de arranjar. Arranja-se sempre maneira de as coisas resultarem. Basta querer. E por isso hoje digo que não abro mão daquilo que ontem desisti. Não. Não posso abrir mão. Não sem antes tentar.

Dou sempre tantas voltas. Vou ter sempre ao mesmo sítio. Não quero desistir. Não vou desistir. Primeiro ainda vou tentar. Não sei como nem quando porque implica deixar de ser totó, mas vou ter que tentar.

{#107.259.2019}

Hoje pus por escrito o que ando a evitar verbalizar. Sou um poço de problemas. E não quero sê-lo para ninguém. Por isso abro mão de algumas coisas que gostaria de ver concretizadas. Assim como também terei que desistir de outros projectos que ainda resistem quase por carolice.

Sou um poço de problemas. Gostava de conseguir resolver todos, não consigo resolver nenhum. Mas posso evitar ser um problema para outros.

Por isso abro mão de tanta coisa que no fundo é tão simples. Por isso abro mão do que sinto e do que gostaria de te revelar. Não vale a pena. Não quero contaminar nada com os meus problemas.

Abro mão de ti. Por tanto que me custe. E custa tanto. Mas não posso esquecer-me que sou um poço de problemas.

{#106.260.2019}

Por vezes escondo-me. Como hoje. Não serve de nada, claro, eu sei. Mas fazer o quê quando não sei lidar com estes receios?

{#105.261.2019}

Criar memórias… Acalmar ansiedades e receios. Por eles. Por mim.

{#104.262.2019}

Ansiedade instalada. Fazer o quê? Não posso controlar tudo o que me assusta…

{#103.263.2019}

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{#102.264.2019}

Com o tempo, fui-me habituando à rotina. Ao ponto de hoje estranhar uma ligeira alteração.

Acho que acabamos por nos habituar a tudo. Mas eu não quero habituar-me ao facto de ser sempre eu a dar o primeiro passo, nem que seja para simplesmente dizer um olá. O pior? Já me habituei. Mas gostava que fosse diferente, nem que fosse por uma vez.

{#101.265.2019}

Não deixes morrer as borboletas. Aquelas na barriga.

{#100.266.2019}

100 dias deste ano com tanto e ao mesmo tempo tão pouco o que contar. As borboletas que vieram e já se foram porque o que as desperta tanto vem como vai. Tanto quero que voltem como está tudo bem assim, mesmo não sendo o suficiente.

E depois existem os Meus Dois, que são o Meu Tudo. E por eles está sempre tudo bem.

Tenho que aprender com eles. Tudo é mais simples assim.

Que voltem depressa as borboletas. E que o que as desperta venha para ficar. Quero, finalmente, poder dizer que existem e porque é que existem.

{#99.267.2019}

Até que ponto estamos preparados para mudar? Até que ponto estamos dispostos a mudar?

Alguma coisa tem que mudar. E estou disposta a isso. Só não sei se estou pronta. E nem sei por onde começar também. Talvez deixando de ser totó seja um bom começo. De resto não sei mesmo por onde começar. É sair da zona de conforto que me assusta. Mas olho para trás e lembro-me dos últimos dois anos e meio e das mudanças que consegui alcançar sem quase dar por elas e que aconteceram porque tinha mesmo que ser.

Agora também tem que ser, ainda que por motivos diferentes. Só não sei por onde começar.

Talvez começando por ti tudo o resto se alinhe…

Tenho mesmo que deixar de ser totó.

{#98.268.2019}

Não há dia que não me lembre daquele Verão que não foi. Revivo tudo, mesmo não querendo.

Mas já não choro.

Agora procuro novas memórias. Daquelas de fazer sorrir. Já chega de memórias que fazem chorar.

Procuram-se, então, novas memórias.

{#97.269.2019}

Fazem[-me] falta as borboletas. Aquelas na barriga…

{#96.270.2019}

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