Author Archives: Kooka

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Se perguntarem por mim, dir-vos-ei que não estou. Esta que vos fala é outra que não eu.

#day126

Acreditar. Sempre.

{e por hoje já chega. Cansada, moída, dorida. Ainda. Cansada, também, de ser bombeira. Involuntária. Cansada, exausta, farta, de gente estúpida. Que não sabe apreciar, agradecer, proteger, o que de melhor têm. E simplesmente não aprendem. Nem a bem, nem a mal. Cansada disto, tanto. E doída, também por isto.}10491141_10152683905923800_7661542368006714856_n

#day125

Cansada é pouco, muito pouco.
Moída. Dorida. A dever muitas horas à cama.
Com uma vontade doida de dormir até ao próximo fim de semana. O último do ano, o primeiro de muitos a ser realmente fim de semana.
Ou então ir refugiar-me em qualquer sítio. Sem horários, sem calendários, sem datas, sem dias. Ir e estar, apenas. Longe de tudo.

Não sendo possível, então que durma na noite mais longa do ano. Na noite mais longa de sempre, dizem. Que durma devagarinho, sem pressas, sem ser a correr, sem horários para nada, esquecendo-me por momentos que o Mundo existe e pedindo apenas que o Mundo me esqueça também por umas horas, por um dia.

De resto, mais um ciclo que se fecha, outro que começa. E com esse novo começo, com esse novo ciclo, que venham coisas boas, que se tomem decisões, que se ganhem novos rumos.

Dia longo, este. Mesmo sendo o mais curto do ano. Que venham daí, a partir de hoje, dias cada vez maiores. Mas a um ritmo de coisas boas. Como hoje.


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#day124

Frio, frio, frio.

Mas aconchegada =) não me peçam para explicar. Há coisas que não se explicam, apenas se sentem ♥

{e amanhã volta-se a este “Magic Place”… =) }10600399_10152679154408800_5977829324131289755_n

#day123

Diz que é uma espécie de selfie. Ou um retrato que é um retalho de um dia a correr.
Que ainda está longe, tão longe, de terminar. O dia e a correria. Porque amanhã é dia de regressar ao Jardim mais catita de Lisboa, o da Estrela.

E não havendo tempo para reflexões, ficam os reflexos da Confeitaria Nacional. “Mais de 100 anos de bom crédito”, dizem. E há tantos anos que lá não ia que quase parecem 100.

{apesar da correria, de andar em contra-relógio, soube-me tão bem ir à Baixa da minha Lisboa que acordou escondida pelo nevoeiro e que demorou a mostrar a luz única que lhe conheço. O almoço sentada no chão em plena Praça do Rossio porque “lá dentro não se aguenta o barulho e confusão e está-se tão bem ao sol”, o café na Confeitaria e confirmar que há espaços que não mudam e ainda bem, voltar ao comércio tradicional onde não ia há tanto tempo mas onde sou recebida sempre com um sorriso ao longo destes anos todos como se tivesse ido lá na véspera.
Passar no mercado da Praça da Figueira para encontrar “companheiros de armas” que a cada novo dia confirmamos que são, de facto, pessoas especiais e ao mesmo tempo cruzar-me com quem já foi especial e que, percebo agora, já deixou de ser.
Apesar da correria, do barulho, da confusão, Lisboa faz-me bem… ♥ }

…e afinal ainda houve tempo para reflectir para lá do espelho… =)
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#day122

E depois dos dias menos bons, a roçar o mau, vêem os dias menos maus, a roçar o bom. Como hoje.

Com presenças, com urgências, com trabalho, com preocupações, com ansiedades.

Dia normal. E, por vezes, a normalidade faz falta.

{e um sorriso bastou-me para voltar para casa melhor… ♥ }10850131_10152673151153800_4718525236161197948_n

#day121

121 dias. E sem perceber se já passou muito, tanto Tempo ou pouco, muito pouco Tempo.
Porque hoje…hoje dói.

Hoje é um daqueles dias menos bons. Prestes a roçar o mau. Porque ainda não sei como pôr a memória em pausa.

Faz parte, dizem. Para haver dias bons temos que passar pelos maus. Para haver happy days, é preciso que haja sad days.
E, só por isso, chamemos a hoje um happy sad day. Ou será um sad happy day?

{não importa. O que importa é que estou cá. E vivo e sinto cada dia. Do meu modo. À minha maneira. Amanhã? Chegando lá será melhor.}10857804_10152670876648800_8465155639023658999_n

{da saudade}

Basicamente, viaja-se neste autocarro de tempos a tempos.
O bilhete, dizem, é vitalício. A viagem, dizem-me, ameniza com o tempo.

…mas, enquanto não ameniza, dói…10850043_10152670792898800_5697551592358094291_n

E, de repente

é Julho em Dezembro…

{ou de quando nem afundar-me no trabalho desliga a força da memória. E das saudades……}10849990_10152669334213800_2345149332475593410_n (1)

#day120

175 km a correr. Comprar material em Lisboa, disparar para Torres Vedras para repôr stock para mais uma semana de CCChic. E, novamente, ser recebida com todo o carinho como se tivesse saído de lá ontem.

Programar o trabalho para o resto da semana, começar já hoje com {mais} uma noitada.

E a certeza, que já tinha mas que reforço: bolas, gosto mesmo do que faço! ♥

{porta de acesso à casa de banho na CCChic}

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#day119

Do Tempo. Daquele que passa a correr, a voar, que se arrasta no Tempo, que não espera, que não pára, que não se vê.

Do Tempo que, repeti tantas vezes, não tenho Tempo para perder Tempo.

Do Tempo que passa tantas vezes sem História e sem histórias, e outras tantas carregado. História e histórias de outro Tempo, deste Tempo.

Do Tempo que tantas vezes me foge das mãos, outras há em que não se move.

Do Tempo que passa e não percebemos se o Tempo que já passou foi muito, tanto Tempo ou ainda pouco, muito pouco Tempo.

Do Tempo. Do Tempo que quero não perder Tempo a perder Tempo. Sob pena de não ter mais Tempo para não perder Tempo.10526089_10152666310113800_3978357886433503828_n

#day118

Pés gelados o dia todo {e continuam a esta hora} mesmo com 3 pares de meia.

Frio, muito, o dia todo.

É dura esta vida de andar com a casa às costas? É. Mas no final sabe tão bem ♥

Outono a chegar ao fim. E eu ainda não passei totalmente do início do Verão.

Um dia de cada vez, sempre. Apesar de ter que, tantas vezes, virar-me do avesso para aceitar as coisas como elas são. Ou foram.

Um passo atrás do outro, a construir happy days. E hoje, apesar de tudo, apesar do frio, apesar de me virar do avesso, foi mais um happy day.

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#day117

Podia ter sido um dia mais happy se não fosse tão molhado.

Cansaço à beira da exaustão e ansiedade ao rubro.

Um dia estranho, tão estranho. Felizmente quase a terminar.10408824_10152661880233800_8551488580138776584_n

#day116

Semana curta no tempo, longa no trabalho intenso.
Trabalho de equipa caseira em grande.
Objectivos concluídos.

Praticamente tudo pronto para mais um fim de semana de Crafts&Design no Jardim da Estrela ♥

{cansaço ao rubro…falta muito para dia 22…?}10857805_10152660279788800_8711189655508311544_n

Cá em casa não há árvore de Natal.

Aliás, cá em casa não há Natal. Não aqui, em casa. É, desde há muitos anos, tantos que já lhes perdi a conta, sempre em casa de alguém que não a minha.

Já me incomodou mais. Já me importei mais. No tempo em que ainda ligava ao Natal.
Hoje não. Não me incomoda porque cada vez estou mais longe desse espírito de decorações com data marcada e prazo de validade. Cada vez mais longe desse espírito de consumo desenfreado para tentar agradar alguém em data própria.

Estou, sim, cada vez mais perto de abrir os braços todos os dias para aqueles que me são importantes. Mais perto de oferecer sorrisos, abraços, carinho, Amor, sem data nem porquê apenas porque sim aos que são meus.

Não, cá em casa não há árvore de Natal, decorações datadas ou prendas desgarradas. Mas há tudo o resto. Há o mais importante. Há Amor. Todos os dias.

Este ano passo, finalmente, essa data em minha casa. Não que não pudesse passar noutro lado, como habitualmente. Apenas porque, finalmente, posso. E também porque quero.

Não há árvore de Natal este ano. Como há muitos, tantos anos não há. Talvez um dia volte a haver.

Até lá, continua a haver Amor. E isso é que conta.

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#day115

Holy scraps!

Trabalho, muito! Já vos disse que ando em contra-relógio?

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#day114

Gata em estágio de aprendizagem para começar a ajudar no trabalho.

Ou então é só mesmo gata ao colo enquanto se trabalha para desajudar.

Seja como for, onde houver trabalho é onde ela está. E eu também ♥10676312_10152656369028800_4998070622518460284_n

#day113

A minha Lisboa. Linda, sempre. Como só Lisboa pode e sabe ser.

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#day112

Dia de repôr energias. Dia de organizar a semana para entrar em estágio para mais um fim de semana no Jardim da Estrela.

Mesmo sem sair de casa, mesmo sem ver gente, os mimos de pessoas que me estragam com mimos continuam a chegar. E sabem sempre tão bem ♥10858600_10152651891238800_5687683445731989006_n

#day111

Dos dias bipolares:

– começar o dia mais tarde do que o previsto para, ao passar a ponte, ser acompanhada à esquerda por uma Lua Cheia, enorme, linda sobre a mágica Serra de Sintra e à direita por um nascer do Sol sobre a Margem Sul;

– um dia de feira estranho, muito. Mas aconchegado por visitas giras e especiais que, mais uma vez, me encheram de mimos. Abraços “guardados há muito tempo” que me souberam tão bem. Daqueles sinceros, apertados, carregados de coisas boas e que só por recebê-los me fizeram ganhar o dia ♥ tão, mas tão bom!
Ou ver ao vivo e a cores pela primeira vez alguém que se conhece há quase 10 anos.
Ou ainda ficar na conversa, ao frio na esplanada do Jardim já de noite, e acabar por conhecer uma extraordinária senhora de 90 anos com uma cabeça tão mais jovem do que tanta gente da minha idade. E com tantas histórias e tanta História para contar;

– um dia frio de quase Inverno, quente de afectos.

No final, e apesar de ter sido um dia estranho, foi mais um dia bom.
E, correndo o risco de me repetir: sou uma sortuda por ter pessoas especiais à minha volta que me mimam e me estragam ♥10624660_10152649587073800_5342861591805732411_n

#day110

Sair de casa muito depois da hora que se queria. Chegar ao destino fora de horas e ser recebida com sorrisos, abraços, beijinhos e miminhos.
Estragarem-me com mimos em forma de botões e fita-cola {sim, isso mesmo!} só porque sim e porque “ao pé de ti não tens”.
Mimos nos abraços recebidos ao longo do dia, nas conversas, nos segredos partilhados.
Mimos nas visitas.

Mimos por telefone, ao telefone.

Mimos. Mimos que recebo como pontos de luz de pessoas boas que, felizmente, me estragam com mimos. E que, por me serem minhas, por me serem luz, eu sou grata. Tanto ♥10704051_10152647534748800_2363556011846412476_n