Category Archives: {#100happydays #2ndround}

#day140

140+18 após 42.

Não passa um dia sem que me lembre.

Não passa um dia sem que tente que cada novo dia seja mais um dia bom. Ou menos mau, apenas.

Não passa um dia sem que reviva. Tudo.

Mas também não passa um dia sem que diga no final: sobrevivi. Sobrevivo, ainda. Estou cá. E um dia em vez de sobreviver irei apenas viver. Um apenas que é tanto e muito mais do que sobreviver.

E sou grata.

#day139

Arroz doce da mamã.

Porque, das duas uma:

– ou aqueço {nem que seja a alma}

– ou hiberno.10462949_10152735966143800_6137452631654505067_n

#day138

Andamos todos ao mesmo, em busca de calor. Não é, Acqua?

{mas depois há aqueles que adormecem em pé, com o focinho no aquecedor, e ressonam como gente grande ♥ }10917295_10152729695993800_3917463181689608962_n

#day137

De hoje? Nada a declarar.

Mas a minha Lua lá sempre.
Que não desilude, não engana, não usa nem abusa. Não se revela porque nunca se disfarçou.
Ela, sempre lá. Tal como é. Tal como as pessoas deviam ser. Verdadeiras. Sempre.10888641_10152721934433800_8039176414276227200_n

#day136

Em busca de calor. Seja ele mecânico ou do outro.

Mixed feelings.

Auto-punição vs Processo de Cura.

É o Caos dentro da Tranquilidade aparente.

E a confirmação que sim, me é demasiado necessário, ainda, parar todos os dias para reflectir prosseguindo a contagem. Mesmo ao fim destes já 136 dias.

Um dia faço as pazes. Comigo. Hoje ainda não foi o dia.

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#day135

Almoço de mimos com o mini e o ‪#‎microsobrinho‬, coisas boas da tia.
Onde um vai, o outro está. O que um faz, o outro já fez.
Lindos, crescidos, homens da minha vida ♥

Desde o fim do dia, babysitter da sobrinha de e do coração com cheiro a Jasmim. Enquanto o mundo lá fora espera por 2015, nós, cá dentro, esperamos pela chegada do mano, do sobrinho de e do coração com cheiro a Limão.

Que venha 2015. Que venha o Simão. Que venha tudo aquilo que é bom e faz bem ♥
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#day134

Mimos, cafés e pastéis de nata.

Não é difícil ter um final de dia aconchegante.

Obrigada, Ana, pelo postal! E, em nome do senhor dos Correios, obrigada pelo voto de boas festas 😉

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#day133

Dia de regressar a Torres Vedras, numa espécie de corrida, para desmontar a CCChic.

Dia de rever quem me vê uma vez por ano mas que, desde o primeiro dia, desde o primeiro ano, me acolhe de sorriso no rosto.

Dia de recolher o que restou desta aventura anual de Natal em Torres Vedras.

Dia de, mais uma vez, sorrir e dizer: obrigada, Torres! ♥ Encontramo-nos novamente para o Natal de 2015. Ou, se se proporcionar, algures no decorrer do próximo ano.

{e, também por Torres Vedras, sou tão grata. Desde o primeiro dia. Independentemente de tudo ♥ }10888942_10152699870958800_2374400492474370031_n

#day132

Um dia sem História. E sem histórias. Daqueles que por não terem História nem histórias sabem tão bem na mesma. Porque também são válidos, também são precisos, também são necessários. Também contam, mesmo que simplesmente tenha, este dia sem História e sem histórias, servido apenas para dormir. Apenas? Um apenas que é tanto ♥

E, nas saudades dos meus sobrinhos, a presença e os mimos da sobrinha emprestada, de e do coração, loura, de caracóis e olhos azuis, dois palmos de gente com cheiro a Jasmim e uma paixão louca pela “Tuta”. Que dá beijinhos “a fingir”, de longe, com a mão. Mas que, de repente, e sem mais, dá beijinhos “a sério”, no nariz, na testa, num olho, no outro olho, numa bochecha, na outra bochecha, no queixo. E dá beijinhos de nariz. E dá beijinhos de borboleta. “Agora outo”. E dá. E ri-se. E enrosca-se. E fica no colo da Tuta.

Um dia sem História e sem histórias. Mas com mimos, muitos, do alto de dois anos de gente com cheiro a Jasmim, com “beizinhos da Ninim”.

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#day131

Hoje, dia de Santa Preguiça.

Edredon, gata e House MD na televisão.

Purrfect ♥

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#day130

Há precisamente 20 anos, os painéis não eram estes, de aeroporto. Eram painéis de estações de comboios. Tantas que nunca lhes fiz a conta.
Há precisamente 20 anos, podia ter demorado pouco mais de duas horas para chegar ao destino. De forma quase fria e impessoal tal a rapidez da viagem. Optei por algo mais quente, mais carregado de experiências e memórias, a um ritmo mais meu. O do aqui e agora.Ritmo de comboios, três, que em muitas horas, vinte e sete, me levaram ao destino.

Há precisamente 20 anos, como assim já 20 anos?!, a esta hora estava algures talvez ainda em Portugal, talvez já em Espanha, sozinha na loucura dos 17 anos, de mochila às costas e DocMartens nos pés, a bordo do Sud Express.

Uma loucura, diriam hoje uns, ir assim, sozinha. Uma loucura, disseram-me na altura tantos, ir assim, sozinha. Uma aventura, disseram outros, poucos, na altura e hoje, ir assim, sozinha. Atrás de um Amor de Verão.

Há precisamente 20 anos acreditava que, se o Amor não move montanhas, faz pelo menos deslocar pessoas milhares de quilómetros por uma semana de Amor adolescente.

Há precisamente 20 anos fui, assim, sozinha, de mochila às costas e DocMartens nos pés, de coração cheio e apaixonado. E olho para trás e sorrio. Porque aqueles 8 dias, dos quais 54 horas foram passadas em comboios, sozinha, de mochila às costas e DocMartens nos pés valeram cada segundo.

Hoje? Faria o mesmo. Pelo mesmo motivo. Talvez mudasse apenas de comboios para aviões, embora o comboio continue a ser o meu transporte favorito. Mas o Tempo…já não tenho Tempo aos 37 para perder Tempo como tinha aos 17.

Não, hoje não foi um dia bom. Mas também não foi um dia mau. Foi um dia cansado. Demasiado. E com neura e mau feitio porque, novamente, os outros primeiro. Eu só quando puder ser. Ainda que os outros primeiro signifique, também, irresponsabilidade. E estupidez. Mas, novamente, os outros primeiro. Porque é mesmo assim. Porque é sempre assim. Eu é quando puder ser.

Mas há precisamente 20 anos era eu. Primeiro. E as memórias, a experiência, a aventura, fazem-me sorrir mesmo quando tudo o que me apetece hoje, 20 anos depois, seja chorar de cansaço.

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#day129

Dos milagres/prendas/brindes de Natal: poder, finalmente, dormir! Muito!10534067_10152690401658800_122240405296335198_n

#day128

Ora então…

Feliz Natal a quem é de Natal.
Boas Festas a quem é de festas boas.
Bom dia lindo de Sol a quem é de dias lindos de Sol.

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#day127

Eu tinha pedido ao Mundo para me esquecer por um bocadinho. O Mundo não me ouviu.
Mas é também no Mundo que existem os meus sobrinhos. E só por eles valeu a pena que o Mundo não me tenha esquecido.

Falta muito para dia 26…?

{não, cá em casa não há árvore de Natal, mas há bolo rei. E depois? Depois…come-se!}1378413_10152686001013800_9044004714788141114_n

#day126

Acreditar. Sempre.

{e por hoje já chega. Cansada, moída, dorida. Ainda. Cansada, também, de ser bombeira. Involuntária. Cansada, exausta, farta, de gente estúpida. Que não sabe apreciar, agradecer, proteger, o que de melhor têm. E simplesmente não aprendem. Nem a bem, nem a mal. Cansada disto, tanto. E doída, também por isto.}10491141_10152683905923800_7661542368006714856_n

#day125

Cansada é pouco, muito pouco.
Moída. Dorida. A dever muitas horas à cama.
Com uma vontade doida de dormir até ao próximo fim de semana. O último do ano, o primeiro de muitos a ser realmente fim de semana.
Ou então ir refugiar-me em qualquer sítio. Sem horários, sem calendários, sem datas, sem dias. Ir e estar, apenas. Longe de tudo.

Não sendo possível, então que durma na noite mais longa do ano. Na noite mais longa de sempre, dizem. Que durma devagarinho, sem pressas, sem ser a correr, sem horários para nada, esquecendo-me por momentos que o Mundo existe e pedindo apenas que o Mundo me esqueça também por umas horas, por um dia.

De resto, mais um ciclo que se fecha, outro que começa. E com esse novo começo, com esse novo ciclo, que venham coisas boas, que se tomem decisões, que se ganhem novos rumos.

Dia longo, este. Mesmo sendo o mais curto do ano. Que venham daí, a partir de hoje, dias cada vez maiores. Mas a um ritmo de coisas boas. Como hoje.


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#day124

Frio, frio, frio.

Mas aconchegada =) não me peçam para explicar. Há coisas que não se explicam, apenas se sentem ♥

{e amanhã volta-se a este “Magic Place”… =) }10600399_10152679154408800_5977829324131289755_n

#day123

Diz que é uma espécie de selfie. Ou um retrato que é um retalho de um dia a correr.
Que ainda está longe, tão longe, de terminar. O dia e a correria. Porque amanhã é dia de regressar ao Jardim mais catita de Lisboa, o da Estrela.

E não havendo tempo para reflexões, ficam os reflexos da Confeitaria Nacional. “Mais de 100 anos de bom crédito”, dizem. E há tantos anos que lá não ia que quase parecem 100.

{apesar da correria, de andar em contra-relógio, soube-me tão bem ir à Baixa da minha Lisboa que acordou escondida pelo nevoeiro e que demorou a mostrar a luz única que lhe conheço. O almoço sentada no chão em plena Praça do Rossio porque “lá dentro não se aguenta o barulho e confusão e está-se tão bem ao sol”, o café na Confeitaria e confirmar que há espaços que não mudam e ainda bem, voltar ao comércio tradicional onde não ia há tanto tempo mas onde sou recebida sempre com um sorriso ao longo destes anos todos como se tivesse ido lá na véspera.
Passar no mercado da Praça da Figueira para encontrar “companheiros de armas” que a cada novo dia confirmamos que são, de facto, pessoas especiais e ao mesmo tempo cruzar-me com quem já foi especial e que, percebo agora, já deixou de ser.
Apesar da correria, do barulho, da confusão, Lisboa faz-me bem… ♥ }

…e afinal ainda houve tempo para reflectir para lá do espelho… =)
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#day122

E depois dos dias menos bons, a roçar o mau, vêem os dias menos maus, a roçar o bom. Como hoje.

Com presenças, com urgências, com trabalho, com preocupações, com ansiedades.

Dia normal. E, por vezes, a normalidade faz falta.

{e um sorriso bastou-me para voltar para casa melhor… ♥ }10850131_10152673151153800_4718525236161197948_n

#day121

121 dias. E sem perceber se já passou muito, tanto Tempo ou pouco, muito pouco Tempo.
Porque hoje…hoje dói.

Hoje é um daqueles dias menos bons. Prestes a roçar o mau. Porque ainda não sei como pôr a memória em pausa.

Faz parte, dizem. Para haver dias bons temos que passar pelos maus. Para haver happy days, é preciso que haja sad days.
E, só por isso, chamemos a hoje um happy sad day. Ou será um sad happy day?

{não importa. O que importa é que estou cá. E vivo e sinto cada dia. Do meu modo. À minha maneira. Amanhã? Chegando lá será melhor.}10857804_10152670876648800_8465155639023658999_n