Category Archives: {#100happydays #2ndround}

#day120

175 km a correr. Comprar material em Lisboa, disparar para Torres Vedras para repôr stock para mais uma semana de CCChic. E, novamente, ser recebida com todo o carinho como se tivesse saído de lá ontem.

Programar o trabalho para o resto da semana, começar já hoje com {mais} uma noitada.

E a certeza, que já tinha mas que reforço: bolas, gosto mesmo do que faço! ♥

{porta de acesso à casa de banho na CCChic}

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#day119

Do Tempo. Daquele que passa a correr, a voar, que se arrasta no Tempo, que não espera, que não pára, que não se vê.

Do Tempo que, repeti tantas vezes, não tenho Tempo para perder Tempo.

Do Tempo que passa tantas vezes sem História e sem histórias, e outras tantas carregado. História e histórias de outro Tempo, deste Tempo.

Do Tempo que tantas vezes me foge das mãos, outras há em que não se move.

Do Tempo que passa e não percebemos se o Tempo que já passou foi muito, tanto Tempo ou ainda pouco, muito pouco Tempo.

Do Tempo. Do Tempo que quero não perder Tempo a perder Tempo. Sob pena de não ter mais Tempo para não perder Tempo.10526089_10152666310113800_3978357886433503828_n

#day118

Pés gelados o dia todo {e continuam a esta hora} mesmo com 3 pares de meia.

Frio, muito, o dia todo.

É dura esta vida de andar com a casa às costas? É. Mas no final sabe tão bem ♥

Outono a chegar ao fim. E eu ainda não passei totalmente do início do Verão.

Um dia de cada vez, sempre. Apesar de ter que, tantas vezes, virar-me do avesso para aceitar as coisas como elas são. Ou foram.

Um passo atrás do outro, a construir happy days. E hoje, apesar de tudo, apesar do frio, apesar de me virar do avesso, foi mais um happy day.

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#day117

Podia ter sido um dia mais happy se não fosse tão molhado.

Cansaço à beira da exaustão e ansiedade ao rubro.

Um dia estranho, tão estranho. Felizmente quase a terminar.10408824_10152661880233800_8551488580138776584_n

#day116

Semana curta no tempo, longa no trabalho intenso.
Trabalho de equipa caseira em grande.
Objectivos concluídos.

Praticamente tudo pronto para mais um fim de semana de Crafts&Design no Jardim da Estrela ♥

{cansaço ao rubro…falta muito para dia 22…?}10857805_10152660279788800_8711189655508311544_n

#day115

Holy scraps!

Trabalho, muito! Já vos disse que ando em contra-relógio?

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#day114

Gata em estágio de aprendizagem para começar a ajudar no trabalho.

Ou então é só mesmo gata ao colo enquanto se trabalha para desajudar.

Seja como for, onde houver trabalho é onde ela está. E eu também ♥10676312_10152656369028800_4998070622518460284_n

#day113

A minha Lisboa. Linda, sempre. Como só Lisboa pode e sabe ser.

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#day112

Dia de repôr energias. Dia de organizar a semana para entrar em estágio para mais um fim de semana no Jardim da Estrela.

Mesmo sem sair de casa, mesmo sem ver gente, os mimos de pessoas que me estragam com mimos continuam a chegar. E sabem sempre tão bem ♥10858600_10152651891238800_5687683445731989006_n

#day111

Dos dias bipolares:

– começar o dia mais tarde do que o previsto para, ao passar a ponte, ser acompanhada à esquerda por uma Lua Cheia, enorme, linda sobre a mágica Serra de Sintra e à direita por um nascer do Sol sobre a Margem Sul;

– um dia de feira estranho, muito. Mas aconchegado por visitas giras e especiais que, mais uma vez, me encheram de mimos. Abraços “guardados há muito tempo” que me souberam tão bem. Daqueles sinceros, apertados, carregados de coisas boas e que só por recebê-los me fizeram ganhar o dia ♥ tão, mas tão bom!
Ou ver ao vivo e a cores pela primeira vez alguém que se conhece há quase 10 anos.
Ou ainda ficar na conversa, ao frio na esplanada do Jardim já de noite, e acabar por conhecer uma extraordinária senhora de 90 anos com uma cabeça tão mais jovem do que tanta gente da minha idade. E com tantas histórias e tanta História para contar;

– um dia frio de quase Inverno, quente de afectos.

No final, e apesar de ter sido um dia estranho, foi mais um dia bom.
E, correndo o risco de me repetir: sou uma sortuda por ter pessoas especiais à minha volta que me mimam e me estragam ♥10624660_10152649587073800_5342861591805732411_n

#day110

Sair de casa muito depois da hora que se queria. Chegar ao destino fora de horas e ser recebida com sorrisos, abraços, beijinhos e miminhos.
Estragarem-me com mimos em forma de botões e fita-cola {sim, isso mesmo!} só porque sim e porque “ao pé de ti não tens”.
Mimos nos abraços recebidos ao longo do dia, nas conversas, nos segredos partilhados.
Mimos nas visitas.

Mimos por telefone, ao telefone.

Mimos. Mimos que recebo como pontos de luz de pessoas boas que, felizmente, me estragam com mimos. E que, por me serem minhas, por me serem luz, eu sou grata. Tanto ♥10704051_10152647534748800_2363556011846412476_n

#day109

Muitas coisas pequeninas fazem uma coisa grande.

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#day108

A trabalhar contra o tempo.

As pulseiras de sempre com um twist de Inverno.

O cansaço a fazer-se sentir.

A maratona de feiras à porta.

Esqueçamos as partes menos boas do dia. Fiquemo-nos apenas pelas boas.10734110_10152643313898800_3947936529197823689_n

#day107

Same place, different perspective.10846242_10152641483708800_6323171586955133491_n

#day106

Dias bons. Muito.

Guardados cá dentro.

{mesmo que, ou especialmente porque, desligada do mundo lá fora}

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#day105

Foto de ontem para o dia de hoje.

Porque também é assim que se constroem Castelos.

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#day104

De ontem. Voltar onde já se foi feliz.1505319_10152637815343800_5741733693490235289_n

#day103

Regressar a Torres Vedras, à CCChic, é isto. É estar em casa. Ainda que só lá vá uma vez por ano, ainda que se contem pelos dedos de uma mão o número de dias em que participei activamente.
Chegar à CCChic é ser recebida com um sorriso pelas mesmas caras dos 2 anos anteriores como se nos tivéssemos visto pela última vez na semana passada.
É sentir-me “parte da família”, mesmo sendo uma espécie de outsider por vir de tão longe.
Da organização {fantástica!} aos participantes sempre prontos a ajudar, tudo pessoas de valor, com valor, que pelo terceiro ano me acolheram de braços abertos. E é tão bom, tão importante, tudo isto. E, infelizmente, tão raro hoje em dia. E por ser tão raro, sou tão grata por esta Torres e suas gentes ♥

Mas também me sinto em casa, ainda que a uns bons 80 km de distância, com um telefonema, uma mensagem, uma presença constante mesmo quando ausente porque assim a distância o dita.
Presença que me faz sorrir só porque sim, ou só porque não, ou só porque também. Presença que me faz rir porque enquanto um diz “mata” já o outro está a esfolar.
Ou porque “Estamos Cá Futebol Club” ou ainda “Grupo Desportivo e Recreativo Gost’ti”.
Presença que me faz rir até doer a barriga porque uma mensagem se desviou e provocou um momento puro de descontração e risota prolongada a três.

Presença cada vez mais presente que me faz sentir em casa seja onde for, como for, quando for.

E sentir-me em casa, seja em Torres Vedras ou a 80 km de distância de um telefonema sabe tão bem. Sabe tão certo. ♥

E sou grata, tanto, por tudo ♥10733976_10152634090063800_4530459449841888272_n

#day102

No olho do furacão. Podia resumir o meu dia assim.
Cabeça a mil para resolver mil problemas em simultâneo. Que demoraram mas que, de uma maneira ou de outra, se resolveram.
Cabeça a mil que só acalmou tarde, longe. Dia estranho, este.

Que terminou de coração quente, com uma das conversas diárias que cada dia me fazem ter mais certezas. Conversa hoje acompanhada pela minha Lua. Que ouviu, acompanhou, iluminou. E, acredito, abençoou. Como o tem feito todos os dias ♥

E é esse momento de “quando o telefone toca” que faz valer a pena ter passado pelo olho do furacão ♥

Emocionalmente cansada do furacão de hoje.
Emocionalmente aconchegada por te saber lá. Um lá que é cá, comigo e em mim.

Como uma luz que ilumina o escuro da noite, as certezas trago-as cá dentro. Sim, quero. E sim, vamos.

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#day101

Sobre ontem, o #day100, ainda irei escrever. Não sobre o dia em si porque esse é de quem o viveu. Mas sobre a meta proposta de 100 dias felizes. O que me levou a aceitar o desafio {porque foi assim que o encarei, porque só assim o poderia encarar naquele momento}, o que me motivou a não desistir quando é tão mais fácil acomodarmo-nos ao que é o momento. E quero também falar sobre o que ganhei com esses 100 dias. E nesses 100 dias.

E se, inicialmente, pensei que 100 dias é tanto tempo porque a meta está tão longe, hoje acho que 100 dias são poucos. Passam demasiado rápido se não pararmos todos os dias para nos apercebermos deles e da importância de cada dia.

Por isso mesmo, vou continuar. Agora com novo lote de 100 dias. Se o primeiro lote me era importante para me reerguer, se o encarei como um processo de recuperação, o segundo lote encaro-o como continuidade. Porque os dias são contínuos e não posso, nem quero, esquecer-me da importância que cada dia tem. Seja bom, menos bom, mau ou menos mau.

Ou apenas estranho como o de hoje porque o meu carro não sabe nadar {e não é um barco!}.
Ou um dia assustado porque a 40 km daqui alguém precisa, tanto, de ajuda e happy thoughts e energias positivas. E eu, impotente, aqui, deste lado, sem saber o que fazer, como fazer, quando não posso sequer lá ir.

Lá está, hoje um dia cinzento, com manchas mais escuras e carregadas. Mas pintalgado de vermelho paixão. Vermelho esse presente. Vermelho esse que me ilumina. Me aconchega. E me diz “não estás sozinha”. E não, não estou. E é tão bom saber isso. E é tão bom sentir isso. E é tão bom viver isso!

Venha daí então o segundo lote de 100 dias felizes, numa contagem contínua, numa continuidade de dias que se quer que contem ♥

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