Category Archives: {#2021.Novembro}

{#314.52.2021}

Quarta feira. Cansada de uma semana que ainda agora vai a meio. Uma vacina e respostas fugidias.

E filmes na minha cabeça, novamente. Não gosto disso, mas não consigo evitar. Especialmente quando há respostas que me fogem.

Desligo por hoje. É o melhor a fazer para não pensar. Amanhã será melhor.

Pode ser que cheguem as respostas que me fogem.

{#313.53.2021}

Terça feira. E hoje não me apetece escrever.

Por nada, apenas por estar cansada e não ter nada digno de registo.

Recolho-me, um bocadinho mais tarde do que o habitual. E já a fazer contas ao sono que tenho.

Falta muito para o fim de semana?

{#311.55.2021}

Domingo que foi igual a sábado. Descansar e fugir ao frio. Manta, sofá, televisão e uma gata que se quis aquecer.

Amanhã, o regresso à rotina. Só custa o acordar tão cedo. Porque o resto do dia corre bem. E sabe bem.

Desligo por agora, mas antes ainda cumpro o ritual. Já não passo sem o fazer, todas as noites. E sabe-me bem. Mesmo que não tenha retorno imediato, é algo que me faz sentido e me faz sentir. E, enquanto assim for, continuarei a fazê-lo.

{#310.56.2021}

Sábado sem nada a registar ou declarar. Foi dia de descansar e fugir ao frio.

Amanhã não será muito diferente.

{#308.58.2021}

Quinta feira e a semana a chegar ao fim. Tranquila e cheia de trabalho. E sono. Esse sempre presente.

E mais um dia sem retorno, até ver. Mas não me posso esquecer que não posso pedir o que não têm para me dar. Tranquila também com isso. Sei que faz parte e que esse retorno vai chegar. Quem sabe ainda hoje, depois do ritual de fecho de dia.

Enfim, nada de novo em mais uma quinta feira que termina. E mesmo sem retorno sei, porque o sinto, que o caminho é por ali. Onde me vai levar não sei, mas dizem que o importante é a viagem e não o destino.

Amanhã? Logo se vê como será, mas se for igual a hoje já é bom. Tirando o frio, para o qual não estou preparada ainda mas que já chegou.

Seja como for, continuo a olhar para cima. Sempre.

{#307.59.2021}

Agora que saio de casa de dia, gosto de observar as cores da manhã. Já não tenho cores de final de dia para acompanhar, fico-me pela manhã. E gosto mesmo muito. Custa sair de casa tão cedo, mas vale a pena.

Quarta feira e a semana, mais curta, corre tranquila. O fim de semana já não está longe e o sono vai-se gerindo até chegar sábado.

O ritual da manhã e da noite vai-se repetindo sem novidades. Mas sabe sempre melhor quando há retorno. E hoje (ainda) não houve. Não desanimo. Mas sinto-me desaconchegada. Como se me faltasse alguma coisa que me dá conforto. E na realidade falta.

Mas se não houver retorno hoje, sei que haverá amanhã. E o gut feeling de novo, depois de segunda feira, a sussurrar-me ao ouvido.

O melhor, ocorre-me agora, é ir dormir. O dia já vai longo e amanhã é dia de madrugar novamente. E não posso continuar a divagar em palavras que não dão em nada a noite toda. Vou (mesmo) dormir.

{#306.60.2021}

O horário de Inverno pode ser deprimente na hora de regressar a casa, significa sair do trabalho já de noite. Por outro lado, e durante algum tempo vai ser assim, permite-me sair de casa já de dia, ao contrário dos últimos dias em que saía de casa de noite.

E começar o dia com uma conversa matinal ainda bem cedo, sabe tão bem. É raro acontecer tão cedo, mas hoje aconteceu. E soube-me muito bem. Sim, foi mais um pequeno nada. Mas são esses pequenos nadas que me aconchegam, já se sabe.

Esta semana é mais curta. Ainda agora começou e já me sinto tão cansada. Começo a não gostar deste cansaço mas não vou pensar muito nele. É o que é, resultado de noites mal dormidas, acordar demasiado cedo e dormir mais tarde do que devia. Tenho saudades de trabalhar a partir de casa… Não me cansava tanto e resultava na mesma. Mas acredito que será possível (e provável) voltar ao teletrabalho.

Por hoje dou o dia por terminado. E termino o dia como comecei: uma pequena conversa, o ritual do habitual. Já não passo sem ele.

{#305.61.2021}

Um jantar que se antecipou para um lanche. Mas o importante é que aconteceu.

Com borboletas na barriga e uma tranquilidade que vem sempre dali. Uma espécie de segurança. Que cada vez me faz mais sentido e que desde o primeiro dia me deixa aconchegada.

Falou-se do que era suposto, tive resposta às minhas questões sobre um eventual regresso a algo que me faz sentido. Falou-se de tudo o que há vários meses não era falado porque o online não dá para tudo.

Foi bom conversar. Já tinha saudades disso. E novamente fica a ideia de que isto devia acontecer mais vezes. Só porque sim e porque sabe bem. E a mim faz-me bem.

E fica também a certeza de que eu devia sair de casa mais vezes. Estar com pessoas. As minhas pessoas.

Vamos ver o que o tempo nos traz. Ou me traz porque aqui sou só eu a pensar e a planear e a imaginar e, quase me atrevo a dizer, a sonhar acordada.

Quem sabe o que vai acontecer. É esperar para ver. Mas o que importa é que, o que aconteceu hoje, devia (podia?) acontecer mais vezes.