Author Archives: Kooka

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Se perguntarem por mim, dir-vos-ei que não estou. Esta que vos fala é outra que não eu.

{#355.11.2019}

Olhar para cima é tão importante como olhar em frente.

Prometi a mim mesma há muito tempo que ia tirar os olhos do chão. E tenho cumprido. Mas às vezes esqueço-me de olhar para cima.

Se olhar em frente me mostra o caminho a seguir, olhar para cima mostra-me as várias possibilidades que tenho. Os sonhos. Os desejos. As ambições.

E é tão bom olhar para cima de vez em quando.

Por outro lado, é importante saber gerir as expectativas. Mantê-las baixas para evitar desilusões e poder vir a ser surpreendida pela positiva.

Por agora vou treinando esta necessidade de gerir expectativas. Nunca deixando de olhar para cima.

{#354.12.2019}

Manter as expectativas baixas.

Redefinir relações.

Olhar para trás e ver o que já alcancei.

Olhar para a frente e ver…ver que ainda tenho algumas coisas a alcançar.

Para já ainda tenho que manter a desistência que decidi. Mas não está a ser fácil…

{#353.13.2019}

Não adianta dizerem-me para mudar de objectivo. Já o tinha decidido antes. Não é fácil desistir do que se quer. Mas é possível.

Se vai doer? Já dói. Mas a eterna espera não pode durar para sempre.

{#352.14.2019}

Enquanto não se constroem novas memórias, revisitam-se antigas.

É urgente criar novas memórias.

{#351.15.2019}

Gosto quando me perguntam “como é que estás?”…

E gosto de reencontros inesperados, ainda que sejam por email.

Obrigada pelo sorriso que recebi hoje =)

Do que já não gosto tanto é de continuar de férias mas agora doente. Devia ser proibido ficar doente nas férias.

{#350.16.2019}

Redefinir relações. Fechar ciclos. Duas coisas que não sei fazer. E por isso vou esperando.

Não me faz bem nenhum, sei-o bem, esperar indefinidamente por algo que, sei-o também, não vai acontecer. Por isso preciso de redefinir relações. Pôr um ponto final em indefinições e avançar para novos ciclos.

Não é um processo fácil. Mas tem que ser feito.

Até lá, enquanto o faço e não o faço, vou desistindo aos poucos do que quero e guardo comigo.

É sempre a perder, não é?

{#349.17.2019}

Para o Natal só queria um presente que se traduzisse numa presença…

…tu.

{#348.18.2019}

Faltam 18 dias para o fim do ano. Não espero grandes novidades até lá. Mas aguardo “sem correrias”…

…dizia eu ontem que tinha desistido… E mantenho. Porque com ou sem correrias é importante saber quando desistir.

Tens 18 dias para mostrar o que vales, 2019. Não tens sido um mau ano, mas ainda podes melhorar.

{#347.19.2019}

É triste desistir de algo mesmo antes de se tentar. Mas é o que me resta fazer. Vai doer (já está a doer…), mas é o melhor para mim.

Os sinais estão lá todos. Só eu é que teimo em achar que querem dizer outra coisa.

É certo que não depende só de mim tentar seja o que for. Mas também é certo que a indisponibilidade não é minha. Por isso, desisto. Mais uma vez, desisto.

Mais um resultado que já se previa desde o primeiro momento.

{#346.20.2019}

Quanto tempo custa um café? É assim tão difícil arranjar tempo para isso?

Parece que sim. E eu estou cansada.

{#345.21.2019}

A mudança não pode ser brusca para ser efectiva. E hoje foi mais um primeiro passo para mais uma fase da mudança que preciso alcançar.

Agora é esperar resultados.

E recomeçar a sorrir. Mantendo o sorriso.

{#344.22.2019}

Sossegada no meu canto. Outra vez.

Não sei até quando, só sei que repito.

Até ver. Ou, como sempre, não ver nada.

Até quando vou continuar a esperar?

{#343.23.2016}

Sair de casa mesmo que não apeteça. O primeiro dia de férias foi assim, a olhar para cima.

Tenho que repetir amanhã.

{#342.24.2019}

Foi já há 3 anos que perdi a minha melhor amiga. Parece que foi ontem…

Apesar da presença da Sushi, ainda sinto muito a falta da Maria André.

3 anos já…

{#341.25.2019}

Frio. Sozinha em casa. Vontade zero de fazer seja o que for.

Amanhã vai ser melhor.

{#340.26.2019}

De férias!

Vão ser uns longos 15 dias. Mas são mais do que merecidos.

{#339.27.2019}

Keep rolling…

…a que velocidade correm os dias?

{#338.28.2019}

Ainda te lembras dos primeiros tempos? Em que éramos novidade e tudo parecia alinhar-se?

Lembro-me disso muitas vezes e continuo a achar que tudo se alinhava não por mero acaso mas porque sim, porque era suposto. E continuo a achar que sim, que era mesmo suposto e continua a ser.

Encontrei o tal ponto luminoso por cima do ombro, o teu. E tenho medo de o perder por inépcia minha.

Há muito tempo que não digo isto: tenho que deixar de ser totó. E fazer o que já devia ter feito há algum tempo.

Mas, infelizmente, não depende só de mim. Embora eu continue à espera de uma oportunidade para te dizer o que guardo comigo.

Até quando?

Não sei…

{#337.29.2019}

Tempo para nós. Tempo nosso. É importante termos esse tempo. Tempo que serve só mesmo para isso, ser nosso e responder às nossas necessidades.

Há quem não tenha esse tempo para si. Porque há o trabalho, outras actividades que não sendo trabalho também o são, tanta coisa que acontece ao mesmo tempo que acaba por não haver esse tempo.

Mas esse tempo é tão importante. Aprendi que não tenho tempo para perder Tempo. E por isso me custa ver que há quem não tenha tempo para si e não se preocupe por aí além com isso…

É só um desabafo, sem importância. Porque o que importa mesmo é que tenho saudades. E não há tempo para as matar…

Talvez um dia… Talvez.

{#336.30.2019}

Foi há 3 anos que recomecei a trabalhar por conta de outrem. Lembro-me que estava frio e eu estava assustada, com medo de falhar e que a experiência não durasse mais que umas quantas semanas.

Estava um caco emocional. E fui atirar-me para a boca do lobo: atendimento telefónico. Que já tinha experimentado mas que nunca é igual.

Não sei como consegui superar todos aqueles receios e todas as fragilidades que levava comigo. Quando ainda me era difícil dormir, por exemplo. Quando chegava ao trabalho 45 minutos antes porque tinha medo de me atrasar. Quando o mundo não fazia qualquer sentido mas era preciso trabalhar.

Os primeiros dois anos foram assim. Estranhos. Duros. Um caos. Há um ano terminou a linha de atendimento e mudei de equipa. Para o bem e para o mal, tudo mudou. Continua a ser difícil. Mas hoje já com uma estabilidade que há 3 anos não tinha.

Já não estou um caco. Mas também não poss dizer que estou a gostar do que faço. Ou melhor, gosto. Mas há pormenores que me agastam. Enfim…

3 anos hoje. 3 anos depois posso dizer que sobrevivi. E que continuo a lutar todos os dias por um bocadinho mais de estabilidade emocional que, apesar de estar em paz, ainda me é frágil.

3 anos. E parece que foi ontem.