Author Archives: Kooka

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Se perguntarem por mim, dir-vos-ei que não estou. Esta que vos fala é outra que não eu.

{#360.06}

Percebi hoje o que me falta. Segurança e estabilidade. É isso que tenho procurado mesmo sem me dar conta.

Mas nos últimos dias tenho sentido exactamente o oposto. Enquanto não tiver respostas quanto ao fim de um ciclo e início de outro, não me sinto confortável. E não gosto desta incerteza nem da ansiedade que vem com ela.

Resta-me esperar para ver o que me espera. E acreditar que tudo se vai resolver pela positiva.

Estabilidade e segurança. É só o que procuro. É só o que preciso. Seja em que área for.

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{#358.08}

O Natal não faz sentido se não estiverem presentes os meus Dois. E este ano estiveram. Estão.

Os melhores presentes são eles, sem dúvida.

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{#356.10}

Foram 3 anos e alguns meses de muitas fotografias, muitas publicações, muitas mensagens. Pedidos de ajuda, perdida como estive tanto tempo. Sempre com o telemóvel à mão.

Até que hoje morreu.

É apenas um objecto. Mas sei que foi provavelmente a melhor ferramenta que tive quando mais precisei de ajuda. Custa-me dizer-lhe adeus.

Por outro lado, é mais um ciclo que se fecha. O que, por si só, é positivo.

Venha o novo ciclo. Vai ser melhor de certeza.

{#355.11}

Início de mudança programada e há muito adiada. O objectivo? Conseguir chegar ao fim.

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{#353.13}

“Está tudo bem”…

E está. E eu sorrio, assim, sem mais.

{#352.14}

Não me canso de repetir para mim mesma que sou capaz de olhar para ti durante horas também sem me cansar.

Acredito que um dia te diga isso olhos nos olhos. Para já vou guardando comigo o melhor que consigo.

Mas até quando vou conseguir guardar que não me és indiferente de todo? Gosto de pensar que não será por muito tempo. Porque a minha vontade todos os dias é dizer-te que gosto de ti.

Não faço planos. Mas um dia conto-te o meu segredo. Só espero que não seja tarde demais.

{#351.15}

Há muito tempo que a mudança estava prometida. 12 mil vezes depois concretizou-se.

Não me assusta a mudança em si. Assusta-me, ainda, a indefinição que se arrasta. Não pode arrastar-se por muito tempo, ao contrário da promessa de mudança. Até lá mantenho-me numa espécie de limbo, à espera do melhor para mim.

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{#347.19}

Ir às urgências do centro de saúde é vir de lá pior do que se entrou.

{#346.20}

Fotografar e escrever todos os dias. Às vezes não apetece. Ou não há nada de novo para fotografar ou não há nada de novo para dizer.

Como hoje. Noutro dia, talvez amanhã, será melhor. Ou apenas diferente.

{#345.21}

Estar doente não é para mim. Já chega…

{#344.22}

Not today, honey. I have a headache. Ou foi só alguma coisa que não me caiu muito bem.

This too shall pass.

{#343.23}

Acabaram-se as férias. É tempo de voltar à rotina. O que é bom, porque demasiado tempo sem rotinas já sei que não me faz bem nenhum.

Foi bom enquanto durou.

{#342.24}

Tenho muitas saudades tuas.

Faz hoje 2 anos que me despedi de ti, uma despedida dorida e pesada para mim que me derrubou mais um pouco numa altura em que nada me era simples.

Ainda sinto por entre os dedos a fragilidade do teu corpo naquele dia, fragilidade que durante tanto tempo não quis ver. Mas tu estavas no teu limite e tive que te deixar ir.

Chorei muito durante muito tempo. Muitas noites chamei por ti mesmo sabendo que já não vinhas acompanhar-me. Ainda hoje chamo baixinho mesmo sabendo que a gata que agora mora cá em casa não és tu…

Não foste substituída, como nunca o é nenhum grande amor. Apenas preenchi um espaço vazio. Que mesmo assim continua um bocadinho vazio por não seres tu.

Tenho tantas saudades tuas… Desses olhos verdes e amarelos únicos, das tuas patinhas e barriga brancas num resto de corpo preto. Da maneira como dormias encaixada na minha cintura ou de como te enroscavas no meu colo.

Eras doce e meiga, mas acima de tudo tranquila. Brincavas comigo. Davas-me marradinhas. Ronronavas no meu peito.

Sinto falta desses momentos, sabes? Quem cá está agora é tão diferente de ti. Também tem, claro, as suas particularidades, mas não és tu.

Chorei-te tanto. E é com esforço que não choro agora ao recordar-te. Foste e serás sempre a minha menina mais doce. Passem 2 anos, passem 20. Tenho saudades tuas. Muitas. Mas sei que deixar-te ir foi o melhor para ambas, mas sobretudo para ti que não estavas bem.

Amor também se sente pelos animais e por isso posso dizer que te amo muito ainda hoje, dois anos depois.

E tenho muitas saudades tuas. Tantas que ainda chega a doer procurar por ti e ver que não és tu quem encontro.

{#341.25}

Um dia conto-te um segredo… Já não é a primeira vez que o digo, mas esse dia ainda não chegou.