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Domingo de Páscoa, dia de renascimento, renovação, o que lhe quiserem chamar.

Não houve retorno… Mas houve, novamente, descoberta. Aquela descoberta em que se aprende a teoria toda de antemão. Para depois pôr em prática. Tem mais piada num processo de descoberta ir aprendendo com a prática. Mas, pelo menos nesta tempestade perfeita, desta forma ninguém vai ao engano. Porque, aqui sim, é o que é e não é mais do que apenas isso. E dificilmente será mais alguma coisa. É demasiado físico para correr o risco de ser mais alguma coisa.

E ser o que é pode ser bom. Tem feito bem ao ego. É, na verdade, uma massagem ao ego. Não pelas razões que eu gostaria, mas aí teria que vir essa massagem em forma de retorno, em forma de porto de abrigo. Mas não vem. E também por isso me deixo levar pela descoberta da tempestade perfeita.

Tem tudo para correr mal? Tem. Mas porque não dar uma oportunidade à vida de vez em quando e deixar fluir? Irei até onde achar que devo ir. E no dia em que não quiser mais, acabou. Tão simples quanto isso.

Vamos ver…

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