12 dias de baixa para já. Se eu podia não ter voltado ao trabalho tão cedo? Se calhar devia. Agora é tentar restabelecer-me o melhor possível e, desta vez, sem pressa. Em primeiro lugar estou eu. O resto logo se vê…

12 dias de baixa para já. Se eu podia não ter voltado ao trabalho tão cedo? Se calhar devia. Agora é tentar restabelecer-me o melhor possível e, desta vez, sem pressa. Em primeiro lugar estou eu. O resto logo se vê…

Domingo e ir à praia. E esperar até ao pôr do Sol. Já tinha saudades de o ver na praia. E ser lembrada, por causa do pôr do Sol na praia, que não posso dar nada por garantido a não ser eu mesma.
De resto? Foi só mais um Domingo. Amanhã é dia de consulta com a médica de família e pedir ajuda. E depois logo se vê.

E, de repente, percebo que a contagem no título estava errada. Se me der para isso, um dia corrijo o que está para trás. Hoje ponho a contagem correcta. Porque já só faltam 100 dias para o ano acabar. E se ainda não fiz nada este ano digno de nota, tenho agora 100 dias para o fazer.
Sábado, já se sabe, é aquele dia aborrecido da semana. E hoje, para evitar o aborrecimento, a manhã foi para dormir mais um pouco já que não houve Yoga e à tarde fui até à praia. Há meses que prometi a mim mesma ir até lá abaixo sentir o Mar na pele. Hoje foi o dia de cumprir essa promessa. E, só pela temperatura da água, valeu bem a pena. Água que quase se podia dizer que estava quente. Mas, claro, os meus já demasiado presentes desequilíbrios fizeram-me desistir rapidamente… Não acho normal a facilidade que tenho em me desequilibrar. As pernas não obedecem como deviam. E o medo de cair quando estou em terreno mais instável vem ao de cima…
Mas valeu a pena sair de casa e ir até à praia. Sentir o Mar. Sentir-me no Mar! Soube bem, apesar de tudo. Amanhã? Logo se vê se lá volto embora tenha vontade de o fazer, mas desta vez com toalha e fato de banho. A manhã, já que não vai haver consulta, vai ser para dormir até acordar sem despertador. Quando acordar, acordei.
Para hoje à noite gostava de um novo reencontro como tive há umas semanas. Talvez não exactamente nos mesmos moldes. Mas sim, tenho vontade desse reencontro. E de colocar na mesa todas as questões que já foram ligeiramente abordadas e que merecem ser clarificadas. Mas, claro, ainda não foi hoje. Não importa. É das coisas que menos pressa tenho. Quando for, será. E só se tiver que ser.
De resto? Estou cansada. Muito cansada. E são mais do que horas de ir para a cama. Já passa das 23h e o sono começa a apertar. Amanhã, já se sabe, logo se vê. Mas por hoje já chega.

Sexta feira e novamente em casa. Se é uma recaída? Para isso era preciso ter recuperado totalmente antes. E não foi isso que aconteceu.
Disseram-me, várias pessoas e tantas vezes, que regressei ao trabalho cedo demais. Na altura não liguei. Apenas pensei que, mesmo doente, as contas para pagar não deixam de aparecer. Se estava preparada ou, sequer!, em condições de regressar ao trabalho? Percebo agora que não.,.
Está cá tudo de novo com excepção das dores de cabeça intensas e persistentes. Mas, de resto, está cá tudo. Especialmente o cansaço extremo. De resto, está cá tudo, começando na dificuldade de concentração até à irritabilidade sem razão. Mas o cansaço extremo ainda é o que mais me preocupa.
Ontem à noite, depois de escrever o post no blog, adormeci sem carregar no botão para publicar. Ficou tudo aberto, post escrito, fotografia anexada e, de repente, adormeci sem publicar. Percebi isso quando acordei a meio da noite. E hoje, mesmo depois de ter achado que já estaria melhor, estou quase a adormecer novamente com o telemóvel na mão…
Amanhã, sábado, era para haver Yoga. Não vai haver. O que me vai permitir dormir um pouco mais. De resto, o sono é algo que me está a perturbar. Por isso, vou aproveitá-lo e esquecer aquela sensação de quem está fora de pé e não sabe nadar. Como eu sinto agora…

Disto de andar exausta: um dia era dia de parar. E hoje foi esse dia. Porque a exaustão não é só física, é, também, mental. E quase emocional. Mas a exaustão física é relativamente fácil de recuperar, já as outras duas não me parece. E é isso que me preocupa e chega a assustar.
Eu sei o meu valor. Enquanto pessoa, enquanto Mulher e enquanto profissional. Não posso permitir que me pressionem como fazem com objectivos que não fazem sentido. Eu sei que sou mais e melhor do que um baixo Tempo Médio de Chamada, por famoso TMC. Sei a qualidade do meu trabalho, sei que a satisfação do cliente é alta. Sei, também, que faço o melhor que sei e o melhorar que posso..
Não, hoje não arrisquei ir trabalhar. Pus-me a mim em primeiro lugar, o lugar mais importante. E confirmo: todos os que me disseram que voltei demasiado cedo têm razão. Foi demasiado cedo. Fisicamente é normal não ter força para nada. Mas mentalmente é querer fazer coisas minimamente como ler um livro e não conseguir.
Foi demasiado cedo, não foi?

Dizia eu ontem que estava exausta. O que eu não sabia quando o escrevi era que ia adormecer com o telemóvel na mão ainda antes de carregar no botão para publicar o post…
Já me ri disso mas, lá no fundo, sei que não tem graça nenhuma. Porque, o que aconteceu ontem, foi só um aviso de que, na verdade, não estou bem. E não estou. A única vontade que tenho é a de me deixar cair e chorar. Não resolve nada, eu sei, mas alivia a pressão.
Já muita gente me tem dito que voltei ao trabalho cedo demais, mesmo depois de dois meses e meio de baixa em casa. E eu começo a dar razão a essas vozes. Porque não estou bem. Mesmo. E nem há tanto tempo assim estive como estou agora.
Depressão? Burnout? Os dois? Talvez os dois, sim. E se só um sozinho já faz estragos, os dois em simultâneo fazem soar todos os alarmes. E eu tenho o alarme a tocar bem alto. O que não tenho? A solução para isto. Estou medicada. Mas deixei de estar acompanhada pela médica me deu alta e me tinha dado a baixa. E mesmo ela só viu metade da minha situação. Se consigo voltar a falar com ela? Não…e, enquanto isso, vou esperando até ter novo acompanhamento.
Não gosto, nem quero sentir-me assim por muito mais tempo. Mas enquanto houver pressão surreal e horários impróprios eu sei que facilmente irei quebrar. E já falta tão pouco.
Burnout ou Depressão, não sei. Talvez sejam os dois. E eu preciso de cuidar de mim. Como agora.
Estou a assustar-me com este meu eu, mas vou tentar que aguentar. Não sei como, mas vou ter que aguentar…
E depois há distâncias que hoje é bem mais curta e que não se pode aproveitar…com muita pena minha. E o friozinho no estômago que antecede as borboletas…
Não, hoje já chega. Não falta muito para adormecer novamente com o telemóvel na mão.

Terça feira e o teletrabalho. Dia a começar sem energia e uma visita ao dentista para começar o dia de trabalho 2 horas depois do horário. Felizmente a partir de casa. Ainda não percebi porque é que, cada vez mais, as empresas que tem toda e gente no trabalho presencial. Em casa faço precisamente o mesmo que faço presencial… Não percebo. Mesmo. Mas os senhores dos diplomas, aqueles que exigem resultados que V vert fj não são possíveis, lá terão alguma coisa a dizer. Esta noite. Mas não sei…
O que sei é que estou exausta.

Segunda feira e chegar a casa com o peso de sexta feira… Chegar a casa às 19h30 e aquela sensação, novamente, de ter uma máquina de fazermos pipocas no lugar da cabeça, tal não é a quantidade de pensamentos por minuto que se formam por aqui. E nenhum se aproveita.
A verdade é que, hoje, ainda só é segunda feira. Mas não, não estou a 100%… E começa a assustar-me. Chego a questionar-me que vida é esta, sem tempo para viver em vez de sobreviver. E questiono-me sempre.
Mal consigo ter os olhos abertos…e escrever não está a ser fácil, e só por isso, por hoje chega. Amanhã é dia de regresso ao teletrabalho. É dia de dormir mais duas horas.

Domingo. Dia de consulta com o terapeuta fofinho logo pela manhã. O resto do dia? Foi dedicado ao que era preciso: descansar.
E a distância que se encurta quando há vontade e nos encontramos no meio do caminho. Sabe tão bem quando é assim. E sabe ainda melhor quando surge de forma tão natural, tão pura. Sem pressa nem pressões. É tão bom simplesmente como é.
Amanhã é dia de regresso à rotina. O resto?Logo se vê. Desde que continuemos a encontrar-nos a meio do caminho, podemos ser como for.

Ainda de ontem que já foi hoje: chegar a casa à meia noite e meia. Há muito tempo que não acontecia. Foi uma noite muito engraçada e, acima de tudo, bem disposta. Foi iniciativa da entidade patronal? Foi. Mas nem por isso deixo de dizer que foi muito bom. Devia acontecer mais vezes.
Hoje? Acordar tarde, bem depois da hora a que tinha que acordar para ir ao Yoga. Não fui e tenho pena de não ter, mas não estava em condições de coisa nenhuma tal era o cansaço acumulado.
O dia começou tarde e muito devagarinho até ter sido mordida com demasiada força pela minha gata. Não estava nos meus planos sangue logo pela manhã. Mas depois de me enterrar quatro caninos afiados na mão que pegou nela para não fazer asneiras, foi isso que aconteceu…
O resto do dia foi um arrastar-me por casa. Se descansei tudo? Ainda não. Mas amanhã ainda é Domingo e ainda é possível descansar. De resto, continuo a arrastar-me por aí. Amanhã é dia de consulta com o terapeuta fofinho, mas depois da consulta hei-de enroscar e aninhar novamente. Preciso, muito!, de dormir. Ou não aguento mais uma semana de trabalho…
Porque agora vou só ali encurtar distâncias por um bocadinho e, logo depois, aninhar e enroscar até de manhã.

Hoje há festa. E, por agora, é o que importa.

Quinta feira. E hoje não precisei que me apontassem o caminho. Ontem comecei a fazer o que já devia ter feito há meses. Hoje concluí. Se vai dar em alguma coisa? Duvido. Mas tinha que o fazer. Agora é esperar para ver..,.
O cansaço está a dar cabo de mim, mas o fim de semana está praticamente aí. Vai, mais uma vez, ser curto, mesmo tendo os dois dia habituais.
Por agora desligo e enrosco. Amanhã? Logo se vê. Mas vai ser um bom dia.

Dia longo e complexo. Manhã na esplanada a fazer tempo para uma consulta de Medicina do Trabalho que munição entendi mas que, após os dois meses e meio de baixa em casa, é obrigatória. Seja então.
Entrar no trabalho duas horas mais tarde para um dia que se previa e desejava tranquilo. E que, na maior parte do tempo até foi. Até ao momento em que, mais uma vez e a mesma personagem, me viraram do avesso. Há limites que têm que ser respeitados e que são impostos pêlo bom senso e apela noção que, já se percebeu, por ali não abunda. E quando esses limites são repetidamente ultrapassados, há que agir. Ou reagir. Porque “acção->reacção”. Há coisas para as quais já não tenho idade, feitio ou pachorra. Mas o primeiro passo da reacção, o que mais custa, está dado. Agora é esperar.
Enquanto isso é continuar a encolher os ombros, sorrir e acenar.

Às vezes preciso que me apontem caminhos a seguir. Outras vezes, como agora, prefiro ir à descoberta. E acontece tantas vezes, quando partimos à descoberta, encontrar surpresas boas pelo caminho. Só temos que estar receptivos.
E eu estou.
Foi demasiado tempo pegada ao que não era nada, como se veio a confirmar. E, há um ano, disseram-me para “soltar e deixar ir”, que não era desistir mas sim não pôr pressão. Demorei a soltar. Demorei a inda mais a deixar ir. Mas hoje, tantos meses depois de ter decidido soltar e deixar ir, vejo o que perdi durante tanto tempo. E, afinal, esse soltar e deixar ir também foi um abrir de porta à descoberta. E, a cada nova descoberta, o encanto da surpresa para quem, como eu, decidiu estar receptiva à surpresa.
Soltei. Deixei ir. Não era para mim. O que é para mim vai encontrar-me tal como estou: livre.
E têm sido descobertas muito boas. E eu estou em paz, assim. E é tão bom.

Segunda feira é chegar ao fim do dia cansada como se fosse sexta feira. Não é a primeira vez que o digo aqui. Simplesmente porque não é a primeira vez que o sinto assim. Cheguei a acreditar que aqueles dois meses e meio de baixa em casa tivessem sido o suficiente para recuperar. Já percebi que não foram… Mas voltar ao trabalho foi necessário. Não pelo trabalho. Mas porque, de baixa ou não, continuo a ter contas para pagar. E foi só isso que me fez regressar quando regressei. Se o devia ter feito quando o fiz? Começo a acreditar que não…
Por outro lado, vou percebendo a dinâmica das distâncias. 2.500 km é demasiado longe para desenvolver. Mas menos de 200 km, mesmo com um enorme “mas”, são fáceis de gerir. E permitem-me ser eu por inteiro, impondo os meus limites, indo até onde acho que devo ir. Já percebi que carrego em botões que andavam a precisar de ser carregados. Mas esses botões existem dos dois lados, cá e lá. E é tão bom quando é assim, em sintonia, que algo se desenvolve. Ainda não me atrevo a dar-lhe um nome. A definir um sentimento. Fiquemo-nos, para já, por uma sensação. Que não sei definir. Mas que me sabe bem. Que me rouba sorrisos. Que me faz saltaricar por aí e cantarolar de forma tímida.
Não, ainda não me atrevo a dar-lhe um nome. A definir um sentimento. Mas é uma sensação que há algum tempo não sentia. Porque não me faz sentir sozinha nisto. Seja lá isto o que for. Mas há um lá e um cá. Que se encontraram a meio caminho de uma forma tão natural, tão pura, tão bonita. Quase sobrenatural. E que todos os dias se reencontram nesse meio do caminho, como se fosse algo que existe desde sempre.
Segunda feira é chegar ao fim do dia cansada como se fosse sexta. Mas depois há isto, seja lá isto o que for. Mas que me faz sentir viva e me ajuda a suportar o cansaço só porque a noite termina sempre numa união única. E tão bonita.
Amanhã será melhor. Mais ou menos cansada, não importa. Porque há um lá e um cá que todos os dias se reencontram a meio do caminho. E só isso já me faz acreditar que amanhã será melhor.

Domingo e dia de consulta com o terapeuta fofinho. Que me atura, me deixa falar, onde todos os assuntos podem (e devem) virtual à baila. E onde, tantas vezes, também há lugar para bossa notícias. Como hoje. E eu sou tão menina para ficar feliz pelos outros! E fiquei! Eu estou! Muito!
Depois da consulta almoço com a família de adopção, aquela que adoptámos e nos adoptou.
À tarde, o nada. Não fazer nada. Adiar o que tinha que fazer. I’m telefonema recebido e, novamente, a certeza que esta nada hora de mudar. E, por isso mesmo, aquilo não tanto adiei foi-me feito hoje. Atirei o barro à parede. Bati a portas. No fundo, enviei currículos. Agora é acreditar que alguma coisa vai resultar. Porque onde estou está em fazer-me mais mala do que bem…
Mas tenho a sorteio de ter comigo quem melhor valoriza. E é disso é que eu preciso, ser valorizada, no trabalho e/ou fora dele. E neste caso é o que acontece. E é tão bom que a maiores parte das vezes me esqueço que existe um enorme mas…
Está mais do que na hora de dormir, mas a vontade é quase nula porque amanhã é dia de regresso ao trabalho e estou a somatizar o stress….
Mas vai correr tudo bem

10 de Setembro. Dia mundial da prevenção do suicídio. Porque é (sempre) importante falar da prevenção e, acima de tudo, é (sempre) importante falar da saúde mental.
Porque ninguém está sozinho. Mesmo que sinta que está.
Às vezes basta saber ouvir. Querer ouvir. Simplesmente ouvir. Porque a ideação suicida pode estar lá. E é importante também estar lá para quem sente que está à beira do limite.
Saber ouvir é importante, mas também é importante saber ler nas entrelinhas. Porque a ajuda pode estar já ali.
Eu pedi ajuda tantas vezes, mesmo que não explicitamente. E encontrei essa ajuda. Que estava já ali. Porque alguém soube ouvir, mas também soube ler nas entrelinhas.
E, tantos anos, depois confirmei o que suspeitaram na altura. Sim, tantas vezes senti que estava à beira do limite. E estava. Mas a ajuda surgiu. E mantém-se até hoje.
Já não tenho ideação suicida, mas não deixo de pegar neste assunto: saúde mental. Porque NINGUÉM está sozinho.
E no processo aprendi a importância de tirar os olhos do chão…
Sábado. Aquele dia aborrecido da semana em que só acontece alguma coisa de manhã: Yoga. De tarde, recupera-se da semana puxada. Tinha coisas para fazer à tarde, não fiz. Dormi. Porque, para conseguir fazer seja o que for, tenho que conseguir estar minimamente recuperada. E não estou.
Amanhã, come mas ou menos coragem, faço o que tenho que fazer. Também não custa assim tanto, são só instalar poucos emails para enviar. É o chamado “bater à porta”, porque, anexado aos emails, vai o meu CV. É bater à porta e/ou atirar o barro à parede. I que for. Mas é, no fundo, procurar oportunidades. Porque onde estou não posso manter-me para sempre.
Agora, 22h30, é hora de dar o dia por terminado. E descansar. O despertador amanhã toca às 10h para consulta com o terapeuta fofinho às 11h. Depois da consulta logo se vê como estou. Mas a verdade é que este estado permanente de cansaço extremo preocupa-me e assusta-me…
Amanhã sim, faço o que tenho que fazer, batom às portas, atiro o barro à parede. Depois é esperar e logo se vê. Mas, seja qual for o resultado, já sei que amanhã será melhor. Porque eu quero que assim seja.

Sair de casa todos os dias antes do Sol nascer dói. E já se começa a notar que ainda é de noite quando saio. E não falta muito para ser de noite ao chegar. E a falta de luz faz-me mal…
Sexta feira e a semana de trabalho terminou. Apesar de me terem feito virar do avesso mais uma vez, não foi uma má semana. Correu tranquila e com demasiado cansaço em cima.
Por outro lado, as últimas semanas tem sido muito bem acompanhadas. E sabe bem.

Corro o risco de me repetir, mas…estou muito cansada. E não é bom. Já aqui estive…. Amanhã será melhor.
