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Sábado. Que começou cedo, duas horas antes do despertador tocar. Porque sim, simplesmente.

Demasiado calor lá fora, faltou a coragem para levar os miúdos à praia. Iremos amanhã, sem falta.

De resto, nada. Apenas a ideia de abrir mão de vez do que trago cá dentro, que guardo comigo.

Quem sabe… Se calhar era o que me fazia melhor. Mas não sei se consigo. Prefiro ter pouco a não ter nada. Não sei ser de outra forma. Por isso vibro com os pequenos nadas. Mas até esses me estão a faltar.

Amanhã será melhor. Assim o espero. Por isso farei. Logo se vê como será. Por hoje já chega.

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