Author Archives: Kooka

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Se perguntarem por mim, dir-vos-ei que não estou. Esta que vos fala é outra que não eu.

{#284.82.2021}

Um bocadinho perdida, admito.

Posso admiti-lo a ti…?

Olha para cima, miúda. Sempre para cima.

{#283.83.2021}

A vida é mesmo um tirinho. E é só o que consigo dizer.

Sei que devia aproveitar melhor este tempo. Mas não o faço por não saber melhor como fazê-lo.

É uma merda…

Vou saboreando pequenos momentos. E juntando pequenos nadas acreditando que, sendo muitos nadas, significam alguma coisa.

Não sei o que significam. Se calhar não significam mesmo nada. Mas é o que é.

E assim vou passando os dias. Até que um dia será o último…

{#282.84.2021}

Sábado, dia dedicado a não fazer nada. Também mereço e também preciso.

De lá longe, terminou o Caminho que não é meu. Terá corrido bem. Chegou-se ao destino na data prevista.

Aqui não há Caminho. Mas nem por isso deixo de agradecer.

Não tinha vontade de sair de casa hoje. Não tinha vontade de me mexer muito. Mas o dia de céu azul à minha janela fez-me sair. Por pouco tempo, só mesmo para um café já ao fim da tarde. Mexi-me pouco, mas saí de casa e, mais uma vez, olhei para cima.

Não era aqui que me apetecia estar. Era lá longe. Para recepção de quem foi num Caminho. Ou mesmo aqui perto, amanhã, para essa mesma recepção e para recuperação de quem foi e está a voltar.

Nada disso vai acontecer, claro. Nem hoje nem amanhã. Nem a recuperação como eu gostaria. Mas fica a vontade. Ou o sonho, quem sabe. Porque continuo a sonhar acordada com algo que não vai acontecer nunca. Não sei até que ponto isso me faz bem ou mal, só sei que me sinto bem assim, apesar de tudo.

Seja o que for que venha daí, continuarei a olhar para cima. Porque não vale a pena ser de outra forma e porque nestes quatro anos ganhei mais do que perdi.

Amanhã será outro dia dedicado a não fazer nada. E com vontade de fazer acontecer, de fazer tanto, de fazer tudo.

Por hoje o dia termina com isto: sei que dou, todos os dias, o melhor de mim. E hoje, apesar de tudo, não foi excepção.

Olhar para cima? Sempre. E amanhã novamente.

{#281.85.2021}

Hoje o dia começou ainda mais cedo do que o habitual, era preciso fugir ao trânsito e chegar a horas ao destino que não o meu. Custou a começar, mas eu gosto mesmo muito do nascer do dia.

A meio da tarde, notícias de um Caminho de lá longe. É bom saber que está tudo bem, mas é melhor ainda saber que há tempo para mim. Não é preciso muito para me roubarem um sorriso e estes pequenos gestos conseguem-no.

Regresso a casa à hora de sempre. Cansada, claro, depois de mais uma semana de trabalho. Parar para beber as cores do final de dia. E ser surpreendida por uma Lua em modo crescente que, de tão pequena, quase pensei que não seria ela.

Foi um dia de pequenos sorrisos. Ou pequenas coisas que geraram sorrisos. Sim, foi isso: pequenas coisas que geraram sorrisos. E isso sabe tão bem. E sabe ainda melhor parar para sentir esses sorrisos. E saborear. Simplesmente saborear. Porque são coisas pequenas mas que todas juntas se transformam em algo maior.

Sim, sou uma sortuda por ter estas pequenas coisas. Que fazem sorrir. E fazem acreditar que não pode ser tudo mau.

Amanhã, sábado, vai ser bom novamente. E vai servir para descansar e recuperar quando a vontade é ajudar numa recuperação física de um Caminho de lá longe. Claro que se fica pela vontade. Mas que ela é real não posso negar.

Fica o sorriso. E isso é, talvez, o mais importante.

{#280.86.2021}

Bebo das cores do céu de manhã cedo quando o dia acorda. Bebo das cores do céu ao fim do dia quando este se despede. Registo aqui e ali a luz que me vai acompanhando. E respiro fundo. Porque são as cores do dia que me fazem querer sempre um pouco mais. De cor. De luz. De tudo um pouco.

Custa estar tão habituada a outra pessoa e incluí-la em pequenos rituais do dia-a-dia e de repente não tê-la lá. É temporário, eu sei! E ainda bem que é só temporário. Mas custa na mesma. Somos seres de hábitos. E há um “Bom dia” e um “Boa noite” que me estão a faltar… Não o digo, mas também não o nego. Fico sossegada no meu canto até que regresse a normalidade dos rituais. Ou então não, não espero mais e digo “Presente”. Sim, é isso que vai acontecer. Porque não fazê-lo não me iria fazer bem.

Dizem-me que me acham já menos expectante. Mas estarei mesmo? Nem eu sei…só sei que o que trago comigo, em mim, é puro. E bom. Tão bom. Bom demais para não ser partilhado.

É. É das cores do céu que eu bebo. E das várias luzes do dia. Mas é o que trago comigo e em mim que quero partilhar.

Quem sabe um dia?

{#279.87.2021}

O dia não correu mal. Voltei a sair mais tarde do trabalho, sem stress. Cheguei a casa tarde, claro, mas mais uma vez digo: sem stress.

O stress começou já em casa…não estou a gostar dos sinais que o meu corpo me está a dar. Pode ser apenas reflexo do fim de semana e do feriado com muitas horas deitada e ainda de mais uma noite muito mal dormida por ter sido interrompida demasiadas vezes.

Quero acreditar que é só isso. Mas sinto-me assustada. Claro que sim. Faço por não dizer muita coisa, por não verbalizar. Mas não escondo que estou assustada.

Amanhã se vê. E será melhor. Nem que esta noite eu tenha que me reconstruir por dentro para não ceder ao medo.

{#278.88.2021}

Feriado muito preguiçoso. Descansar e deixar-me levar pela preguiça. Sair de casa um bocadinho ao fim da tarde para não dar o dia todo por perdido.

Já tinha saudades de sentir os feriados como eles são.

De resto, regressou a normalidade das redes sociais. E ainda não há notícias de lá longe. Mas sei, porque acredito, que está tudo bem.

Amanhã, manhã com sabor a segunda feira, tarde com sabor a quarta. E muito trabalho pela frente.

{#277.89.2021}

Segunda feira com sabor a sexta. Feriado amanhã.

E um apagão geral das redes sociais. Resta saber até quando.

E, lá longe, faz-se Caminho. E, sem redes sociais, não posso acompanhar nem ceder ao ritual de todas as noites. E isso deixa-me um bocadinho desconfortável. Ou desamparada. Nem sei bem. Sei, apenas, que queria saber se está tudo bem. Claro que há-de estar tudo bem, mas queria saber mais…

Não podendo saber, resta-me acreditar que sim. E que amanhã as redes regressam e regressam as notícias.

É impressionante a dependência que temos das redes sociais… Nunca neguei, continuo a não negar. Mas a verdade é que as redes sociais me fazem bem. Porque me fazem sentir acompanhada. Sei que essa companhia, na grande maioria dos casos, não é real. Mas sei também que foram as redes que me ajudaram em momentos menos bons. E nos momentos bons também lá estiveram, claro, mas valorizo mais os momentos menos bons.

Enfim… Amanhã será melhor. Pelo menos no que diz respeito às redes. Porque os dias não têm sido maus e amanhã é feriado.

É esperar para ver quanto tempo mais isto ainda vai demorar. E acreditar que, tal como lá longe, vai correr tudo bem.

{#276.90.2021}

Domingo muito preguiçoso. Proveitoso no que diz respeito a descansar. Ainda estava a precisar e não tinha percebido.

Amanhã, segunda feira com sabor a sexta por causa do feriado que aí vem. Vai saber bem.

Agora, cama que está na hora e a dor de cabeça não permite muito mais.

Amanhã também é dia. E vai ser um bom dia. Porque assim o quero.

{#275.91.2021}

Descansar. E dormir.

Hoje não deu para mais.

Amanhã será melhor. Espero que um bocadinho diferente. Mais animado. Menos adormecido.

{#274.92.2021}

Fim de semana à porta. Finalmente. As semanas passam depressa, mas os dias são muito compridos.

Sair de casa ainda de noite, acompanhar o nascer do dia. É do que mais gosto neste novo modo. Mas cansa. Porque as noites são más. Mas compensa com o dia que corre tranquilo e sereno. Corre depressa, apesar de tudo.

Amanhã e depois é tempo de descansar. Se queria fazer alguma coisa de diferente no fim de semana? Claro que sim. Algo que marcasse pela positiva. E sei tão bem o que gostaria de fazer. Mas não vai acontecer.

Seja. Descansa-se.

Amanhã é um novo dia. É um cliché? É. Mas não deixa de ser verdade. E por agora dou por concluída mais uma semana de dias que começam de noite.

{#273.93.2021}

Dia que era para ser marcado por algo bom que não chegou a ser. Ainda vai ser, dentro em breve. Mas hoje seria a concretização de algo a que me propus aceitar há uns meses. Burocracias, dizem. Atrapalham mais do que resolvem.

Não desanimo. A minha parte foi feita e, pelos vistos, bem feita. Só falta passar para o papel. Mais uns dias e concretiza-se. E nesse dia gostava de comemorar de alguma forma. Com um jantar, por exemplo. Um copo de vinho. Nada de extraordinário. Só mesmo dobrar o cantinho da página.

Mas, claro, não vai acontecer. Nem eu vou fazer por isso. Sei o meu lugar. O meu papel. Sei que é o que é. E como é.

De resto, o trabalho vai fluindo. Calmo, sem stress. E eu tranquila. Cansada, claro. Mas um cansaço bom.

E gosto de me sentir assim.

Espero mais uns dias e sei que se concretiza o que hoje falhou. O que não falhou foi o ritual da manhã e não irá falhar o ritual da noite. Porque já faz parte. Se é bem recebido não sei. Mas deve ser, caso contrário acredito que já me tinha dito alguma coisa, até porque eu própria já pedi que mo dissesse se for demais. Até hoje não me disse nada, por isso acredito que o ritual seja bem-vindo.

E é assim. Assim se passou mais um dia. E assim se irá passar mais uma noite.

{#272.94.2021}

Quarta feira que, na minha cabeça, se repete. Não se repetindo de facto, apenas na minha cabeça despassarada se pode repetir os dias da semana.

Cansada, mas tranquila.

Sair do trabalho mais tarde ou, na verdade, no horário que está previsto acontecer sabe-se lá quando, implica atrasar todas as rotinas e perder pequenos momentos de final de dia. É chegar a casa já de noite antes do horário de Inverno começar.

Mas tranquila na mesma. Vale o que vale, mas é o que é.

Agora é torcer para não ter uma noite interrompida e descansar para amanhã ter mais um dia bom.

{#271.95.2021}

Acordar para o dia com a ideia de que já é quarta feira, o dia do meio. Só para, a meio caminho do trabalho, me cair a ficha de que ainda é terça…

Partilhar essa parvoíce e no final do dia receber como resposta “que tal essa quarta feira? Amanhã repetes!” e rir-me, claro. Porque só posso rir do estado palerma em que o sono me deixa.

As manhãs custam. Porque começam muito cedo. Demasiado cedo, ainda de noite. Mas gosto, muito, de acompanhar o nascer do dia.

E gosto, também, quando recebo respostas destas de quem recebi. É sinal de que a mensagem chegou lá. E confirmo, assim, que se esta chegou as outras também chegaram. Como se queria, ainda que sem resposta.

Agora é aproveitar o sono e tentar ter uma noite tranquila, de preferência sem interrupções. Amanhã sim, é de facto quarta feira. E vou poder repetir o dia. E se de facto o dia se repetir não me posso queixar, não foi mau de todo.

Venha então a quarta feira, o dia do meio. Por hoje, terça, já chega.

{#270.96.2021}

Começo da semana. E a sensação de que devia haver um dia entre o Domingo e a segunda feira para descansar do fim de semana.

Sei que o meu último fim de semana foi dedicado a descansar, mas mais um dia era muito bem vindo.

Tranquilo, este começo de semana. Tranquila, eu também. Mesmo com os filmes que faço na minha cabeça. Que me incomodam. E que tantas vezes me entristecem. Porque são filmes, é certo, mas podiam (podem?) ser reais. E sendo não me são favoráveis. Como sempre.

Não vou pensar muito nisso. Para meu bem. Para não me magoar. Ainda mais do que já me faço doer todos os dias com o meu ritual de lo habitual, como lhe chamo. Vou manter-me de cabeça erguida e costas direitas, pés bem assentes no chão. Como uma árvore. Que se mantém direita mesmo no final da vida.

Enfim…é o que é. As coisas são como são. Não posso mudar o que não está ao meu alcance. Por isso, sigo o meu caminho. E o que tiver que ser, será. Se não for, é porque não era para ser.

{#269.97.2021}

Dia de fazer valer direitos cumprindo deveres.

Tarde de sofá, ronha, televisão e uma sesta pelo meio. Ainda estava a precisar.

Trabalhar naquilo a que me propus aceitar há uns meses e que promete resultados para breve. E dar notícias boas a quem faz por fazer bem feito.

Foi um Domingo tranquilo. E o céu em chamas com nuvens cor de fogo ao final do dia diz-me que o Outono ainda está em modo preguiçoso. É bom que venha devagarinho.

Agora, é hora de recolher. Amanhã será um bom dia.

{#268.98.2021}

Hoje? Dormir. Finalmente descansar.

Acordar de manhã a custo, depois de mais uma noite interrompida. Ter consulta com o terapeuta fofinho. Voltar para a cama. Dormir.

Sair da cama para comer. Sofá, televisão e manta. Acabar por adormecer ali. Acordar para jantar. Voltar para a cama.

Agora. Tenho sono, mas já não me sinto tão cansada. Estava a precisar disto. Amanhã já me sentirei melhor, já poderei fazer alguma coisa para ganhar o dia.

E no meio disto tudo, o pensamento sempre longe, sempre no mesmo sítio. Vai continuar por lá. No regresso às rotinas. Que, não sendo minhas, uma ou outra poderiam ser. Quem sabe um dia…

{#267.99.2021}

Muito cansada. E a semana chegou finalmente ao fim. Não sei como passei por ela, mas passei e sobrevivi a um cansaço como há muito tempo não sentia.

É bom sentir este cansaço, ainda assim. Andei tanto tempo sem rotinas, sem fazer nada, sem me cansar. Até mesmo durante o tempo de teletrabalho não me cansava. Acordava mais tarde, não tinha autocarros para apanhar, não tinha que caminhar até ao trabalho, simplesmente não me cansava. Foi um ano de teletrabalho, 5 meses de desemprego, foram 17 meses sem me cansar.

Agora acordo ainda de noite, saio de casa ainda o Sol não nasceu, tenho que andar muito até chegar ao trabalho. Repete no regresso a caminhada, mais o autocarro para voltar para casa que de manhã é substituído por boleia. A isto juntam-se as noites interrompidas, mal dormidas. É no fim de semana que recupero e me preparo para a semana que vem depois. Mas no último fim de semana isso não aconteceu.

Não descansei, não recuperei e ainda me cansei mais. Emocionalmente foi pesado e também acabou por afectar o físico.

Na prática foram duas semanas seguidas sem parar. Que terminam agora. Finalmente. Porque este estado de cansaço não afecta só o lado físico. O emocional também é afectado. Deixa-me mais exposta, vulnerável. E frágil. E eu não gosto de me sentir assim.

Por outro lado, esse lugar mais frágil, vulnerável, exposto, fez-me mexer no sentido certo. Fez-me repetir o que disse há mais um ano e meio e que andava com muita vontade de reiterar. Disse o que guardo comigo, em mim. Quando a vontade é dizê-lo, sem rodeios, todos os dias. Sei que o digo, de uma forma ou de outra, mas sempre por outras palavras que não directas. Desta vez não. Desta vez fui directa. E mesmo não tendo retorno, soube-me bem dizê-lo. E fez-me bem.

Não deixar nada por dizer. Não me posso esquecer disso. E por isso disse o que disse.

Agora desligo e enrosco. Demasiado cansada seja para o que for. E quando estou assim já sei que começo a escrever quase sem rumo, quase sem nexo. E é melhor não.

Desligo. Enrosco. Mas antes volto a pegar nas palavras indirectas e, como que num ritual diário, volto a dizer o que trago comigo.

{#266.100.2021}

Faltam 100 dias para terminar o ano. E, apesar de tudo, não tem sido um mau ano. Estou tranquila, apesar de cansada, e serena, mesmo que algumas coisas me façam tremer nas bases.

E apetecia-me, nestes 100 dias que faltam, fazer algo diferente para marcar este ano. Não precisa de ser algo muito significativo. Bastava, por exemplo, conversar. Ter uma conversa daquelas que surgem sem tema e correm sem rumo, pelo simples prazer de conversar. Teria que ser com a pessoa certa, claro. Que sei perfeitamente quem seria, quem é. Quem será, porque não?

Sim, apetecia-me conversar. Com um copo de vinho a acompanhar, porque até o vinho me anda a apetecer. E seria simplesmente uma conversa sem tema e sem rumo, sem pressa também e sem horários. Seria isso que iria marcar a diferença nestes últimos 100 dias do ano.

Por agora recolho e enrosco. Amanhã ainda é dia de trabalho nesta semana que parece interminável e que ao mesmo tempo parece ter voado. E vou-me despedindo dos restinhos de Verão que ainda andam por aí.

Cansada, muito. Tanto. Mas tranquila. E a guardar em mim e comigo algo que é bonito e especial. Até um dia voltar a partilhar com quem deve ser partilhado.

Numa conversa sem tema, sem rumo e sem pressa.

Porque não?

{#265.101.2021}

Chegou o Outono e eu ainda estou na Primavera. Não estou preparada para dias de chuva e frio.

Mas estou preparada para a desilusão. Tanto que é disso que estou à espera para seguir em frente. Porque a desilusão, essa, eu já conheço muito bem. Estou habituada a ela.

Mas a desilusão aqui é que, quem eu espero que me desiluda agora, não o vai fazer. Não de forma voluntária. Porque, já sei, é melhor que isso.

Mas é da desilusão que eu preciso, neste caso concreto, para seguir em frente. Porque não é possível ficar assim para sempre. Porque é um assim que não é nada. É uma amizade? Acredito que seja. Mas a vontade é mais do que isso.

Mas é o que é. As coisas são como são. Não posso mudar o que não está nas minhas mãos. Por isso espero pela desilusão.

Mas nem isso vai acontecer…

Chegou o Outono. Não estou preparada para ele. Preparo-me para a desilusão. Mas preparo-me também para que não vá acontecer.

Estou, acima de tudo, muito cansada. E talvez por isso já não faça muito sentido. Resta-me olhar para cima, respirar fundo, aceitar que o Outono está aí e que as coisas são como são.

Amanhã será melhor.